BRASÍLIA - O deputado Mário Negromonte (PP-BA) disse nesta segunda-feira, em depoimento no Conselho de Ética da Câmara, que seu partido jamais aceitaria dinheiro do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares se soubesse da verdadeira origem dos recursos.
Ele foi ouvido como testemunha de defesa do deputado Pedro Corrêa (PP-PE), acusado de receber dinheiro das contas do empresário Marcos Valério.
Negromonte negou a existência do mensalão e disse que os R$ 700 mil repassados ao PP serviram para pagar o advogado que defendeu o deputado Ronivon Santiago (PP-AC), cassado em julho de 2004 pelo Tribunal Regional Eleitoral do Acre sob acusação de compra de votos na eleição de 2002.
- Nós éramos aliados (PP e PT). O deputado José Janene tinha tratativas com o Delúbio Soares, que conseguiu o dinheiro. Nós achávamos que esse dinheiro era lícito. Porque se não fosse jamais a executiva nacional do partido iria orientar a receber tal ajuda - disse Negromonte.
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