A Petrobras informou nesta sexta-feira, no Rio, que a partir do próximo dia 29 começam a vigorar reajustes nos preços de seus produtos.
A medida se refere aos reajustes do preço de faturamento nas refinarias da Petrobras com CIDE - Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico e PIS/Cofins, sem ICMS, e são os seguintes: GLP para botijão de 13 kg – reajuste na refinaria 7,7%, reajuste média Brasil para consumidor 4,9%; GLP industrial/comercial – refinaria 6,7%, para consumidor não há reajuste; gasolina - reajuste na refinaria 12,8%, média Brasil consumidor, 9,5%; óleo diesel - refinaria 11,3%, consumidor 9,5%; óleo combustível - refinaria 14,4%, não há reajuste para consumidor.
Segundo a Petrobras, o impacto ao consumidor – mantidas as atuais margens de distribuição e revenda e as regras tributárias, já considerado o futuro reajuste dos preços de referencia para efeitos de cálculo do ICMS – não excederia esses valores percentuais.
Segundo assessores da empresa, valores acima referidos estão sujeitos a variações para cima ou para baixo, sempre que a competição na distribuição e revenda levar a variações de margens nesses setores.
A empresa informou, ainda, que para o querosene de aviação e nafta petroquímica, cujos reajustes ocorrem no dia 1º de cada mês, conforme previsto em contrato, os aumentos são de 14,8% e 19,4%, respectivamente.
A Petrobras esclareceu que os reajustes ora anunciados decorrem das variações dos preços no mercado internacional e de fatores concorrenciais.
A redução observada no cambio nas últimas semanas contribuiu, segundo explicou a estatal, para amortecer os aumentos verificados nos preços dos produtos no mercado externo, devido à redução acentuada de oferta na Venezuela
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