Coligação O Maranhão Segue em Frente contesta a operação

O Estado do Maranhão

Atualizada em 27/03/2022 às 15h29

Tão logo tomou conhecimento da operação, da apreensão do dinheiro e da detenção do coronel Orlando Pantoja, a coligação “O Maranhão Segue em Frente” bateu às portas da Justiça Eleitoral para pedir a liberação do coronel e do dinheiro.

O argumento apresentado pelos advogados é que não houve crime e que o dinheiro pertencia à coligação e seria utilizado em despesas operacionais da campanha, incluído na contabilidade a ser apresentada ao TRE dentro dos prazos previstos em lei.

Por orientação direta do governador José Reinaldo, os advogados da coligação “O Maranhão Segue em Frente” deram entrada numa série de ações, não apenas para liberar o coronel Orlando Pantoja, como também para ter de volta o dinheiro que lhe pertence.

Os dirigentes da coligação reclamam que o dinheiro apreendido é parte das doações recebidas para a campanha, o que é inteiramente legal. “Não temos muitos recursos e esse dinheiro fará muita falta, porque ele foi conseguido dentro da lei e não podemos ficar sem ele. Não conheço eleição sem esses recursos. Temos fiscais e advogados a pagar.

Eles também têm, só que ninguém sabe de onde estão tirando”, disse o senador João Alberto.

Até o fechamento desta edição, os advogados da coligação ainda não haviam obtido resposta das ações que deram entrada.

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