Não estou mais na idade de jogar palavras fora ou usar nhem-nhém. Por isso, evito o refrão “já ganhamos”. Mas não tenho nenhuma dúvida da vitória de José Reinaldo. Ele subiu firme e de maneira constante, enquanto Jackson estacionou, e começa a cair.
José Reinaldo demorou a subir nas pesquisas porque a população não sabia, até pouco tempo, que ele era candidato. As primeiras pesquisas informavam que 62% dos maranhenses desconhecia esse fato. E, o que é mais estranho: 36% achavam que o candidato de Roseana era Jackson, que foi por ela apoiado para reeleger-se prefeito de São Luís e utilizou a estrutura política dos nossos aliados para viajar pelo interior em nome de um projeto que nunca existiu, o tal “Consórcio de Produção”.
Eu quero tirar o chapéu para o Evilson, que, diante da ausência completa de obras ou programas de governo do Jackson, bolou a “campanha das maquetes”, uma réplica de factóides. Maquetes de obras que ninguém nunca viu, não se sabe onde ficam, são feitas do nada. Lembro-me de José Chagas no seu poema sobre a Ponte do São Francisco. Fizeram, em 1962, uma fotografia de uma ponte sobre o rio Anil e a publicaram lá fora, como se ela já existisse. Chagas fez um poema célebre sobre a ponte fantasma: “Quando a maré vaza / a ponte vaza. Quando a maré sobe / a ponte sobe”. A ponte fotográfica era apenas uma mentira no azul do céu..., como as obras das maquetes.
Temos trabalho a apresentar. Nestes anos em que estou na política, fizemos um planejamento para o Maranhão. Um projeto para o estado que, bem ou mal, com alguns governadores fracos, continuou, e, agora, com Roseana, encontrou seu ponto mais alto.
Desse projeto nasceram o Porto do Itaqui, as estradas, a energia de Tucuruí e Boa Esperança, Carajás, Ferrovia Norte-Sul, universidades, industrialização (Vale, Alcoa, usina de pelotização, guserias, fábrica de bebidas, têxteis, etc). O Maranhão é o estado que mais cresce no Nordeste. Sua taxa de desemprego é de 4%, menor que a da região, que é de 8%, e do Brasil, que vai além de 10%. São Paulo tem 20% dos seus trabalhadores desempregados. São dados do IBGE.
O Maranhão já está no mapa do turismo brasileiro. Uma vitória de Roseana. Valorização do patrimônio histórico, reconhecimento de São Luís como Patrimônio da Humanidade, criação dos pólos dos Lençóis, Chapadas das Cachoeiras, Floresta dos Guarás, Região dos Lagos, Delta das Américas...
Mais de 200 mil turistas visitaram o Maranhão no ano passado, gerando mais de 30 mil empregos.
O Maranhão passou a ter visibilidade política. Deu ao país presidente da República, ministros, dirigentes públicos em todas as esferas.
José Reinaldo é um bom administrador. Engenheiro que passou por vários e grandes cargos. Diretor do DNOS, presidente da Novacap, a companhia que construiu Brasília, ministro dos Transportes. Deputado federal. Vice-governador. O Maranhão terá um bom e competente governador. Jackson é tido como administrador de passo lento e monótono, sem propostas nem maior conhecimento dos problemas do estado. Dele não se conhece uma análise sobre os projetos estratégicos e abrangentes para o Maranhão. Ele encarna um modelo político ressentido, cujo único propósito ou meta é “derrubar o Sarney”. É a política pela política.
A administração de Jackson em São Luís se resume a asfalto em época de eleição, não tem uma obra a apresentar. Mas é “contra a oligarquia”, na esperança de restaurar a dos Lagos, que têm mais de 100 anos na política maranhense. Não sabe que sempre vencemos porque temos um projeto para o Maranhão.
José Reinaldo é a continuação desse projeto. O Maranhão tem três suportes básicos para o futuro: o Pólo Agrícola de Balsas (e José Reinaldo vai fazer o ramal ferroviário da Norte-Sul ligando Estreito a Balsas); o Pólo Mínero-Metalúrgico de São Luís (já consolidado com a Alumar e a Vale); e a Base de Alcântara, que vai lançar o Maranhão na indústria espacial, indústria de ponta, alta tecnologia.
A mentalidade de Jackson é condicionada pelo cacoete ideológico e pelo ódio. Ele pensa no poder como instrumento da política. O projeto de José Reinaldo é político-administrativo. É de progresso, continuidade da renovação, desenvolvimento.
Com José Reinaldo no governo, Roseana e Lobão no Senado, vamos continuar a manter o clima de paz, trabalho e entusiasmo, sem ódios ou revanchismos.
Quando a Econométrica publicou sua pesquisa, disseram em outdoor que era Enganométrica, esquecendo que essa mesma empresa, séria e competente, já fez uma grande quantidade de pesquisas para a Prefeitura e para Jackson. E surgiu o Ibope. E agora?. Boca fechada para não entrar mosquito.
Os institutos de pesquisa dizem apenas o que já esperávamos: vitória à vista!
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