Apesar de estarmos em pleno ano de 2015, há muito lugares no mundo que ainda não contratam mulheres apenas por elas serem mulheres. Um levantamento do Banco Mundial, que analisou as condições de trabalho e as leis trabalhistas de países do mundo inteiro, listou sete empregos proibidos para as mulheres.
1. Carregador de peso
Na França, as mulheres são proibidas de trabalhar carregando cargas acima de 25 kg. Se o trabalho for com um carrinho de mão, elas não podem carregar nada mais pesado que 45. Vale ressaltar que carregar cargas acima de 25 ou 45kg deveria ser proibido para qualquer ser humano comum, seja homem ou mulher.
2. Controlador de velocidade de trem
Na Rússia, as mulheres são proibidas por lei de exercerem 456 profissões. Entre elas estão dirigir caminhões de agricultura e controlar a velocidade de vagões de trens. Em 2009, uma mulher entrou com um processo porque queria ser motorista de trem, mas ela perdeu porque a Justiça disse que quer "proteger" suas mulheres.
3. Trabalhar com destilação de álcool
Na Argentina, as mulheres também não podem ser maquinistas e, também, não podem trabalhar com destilação de álcool e produção de licores. O Governo também diz que quer "proteger" as mulheres.
4. Artista
Em Madagascar, na África, as mulheres são proibidas de manipularem literatura, desenhos, pôsteres, emblemas, imagens e outros objetos que possam ser considerados "imorais", enquanto os homens podem produzir a arte que quiserem.
5. Empreendedora
Em países como Paquistão, Butão, Congo e Suriname, mulheres casadas possuem limitações para registrar um negócio. Isso obviamente limita as possibilidades de carreira - e de ganho salarial - para elas. Mulheres empreendedoras realmente são um problema. Para os machistas.
6. Mecânica de máquina em atividade
No Paquistão, mulheres não podem trabalhar em fábricas, seja para limpar ou fazer manutenção de máquinas em movimento.
7. Garçonete em bar
Em Dubai, nos Emirados Árabes, as mulheres não podem ser garçonetes, também como medida de "proteção" para as mulheres. Para evitar que elas sejam assediadas. Mas, não se engane, é o homem que não deve assediar.
Para ler o levantamento, em inglês, clique aqui.
Saiba Mais
- Mulheres participam de ato pelas diretas e por direitos em São Paulo
- São Luís: Mulheres articulam luta pelo fim da cultura do estupro
- Youtuber grava resposta feminista a “Baile de Favela”
- Com internet, feminismo está em alta entre as jovens, diz especialista
- Youtubers se unem em paródia feminista para música de Anitta
Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.