PARIS - O Instituto francês de Vigilância Sanitária anunciou neste sábado que 22 pessoas, metade delas com mais de 80 anos, já morreram devido à forte onda de calor que invadiu o país neste verão no Hemisfério Norte.
O instituto ressalta, no entanto, que as temperaturas são inferiores às registradas durante o verão de 2003, quando 15 mil pessoas, idosas em sua maioria, morreram devido o calor. "Contudo, a situação atual é preocupante e as pessoas estão correndo riscos", declarou o organismo sanitário, que destaca a necessidade da colaboração dos cidadãos com as pessoas mais vulneráveis ao calor, como idosos e crianças, e aponta a necessidade de se limitar os exercícios físicos e de se hidratar.
O ministro da saúde francês, Xavier Bertrandurged, destacou que as pessoas devem alertar os mais próximos sobre os riscos da exposição ao forte calor e pediu aos médicos que planejavam tirar folga nos próximos dias que reconsiderem. "Eu preciso deles nos hospitais", declarou. Segundo comunicado da Vigilância Sanitária, desde que começou a onda de calor, registrou-se um aumento de 15% a 25% nos trabalhos nos serviços hospitalares por problemas derivados do calor.
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