O presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, admitiu a possibilidade da estatal deixar a atividade de refino na Bolívia, caso as negociações entre os acionistas não sejam satisfatórias.
A declaração de Gabrielli foi feita durante audiência pública realizada na Comissão de Relações Exteriores no Senado.
A nacionalização é de 51% das ações da Petrobrás Bolívia refinação. Nós vamos exigir uma série de condições prévias para ser efetivada. Inclusive acordo de acionistas.
A depender dos termos desse acordo de acionista, é possível que nós chegamos até a conclusão que não é necessário, que não é correto a permanência da Petrobrás no refino boliviano.
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondau, disse que por enquanto nada do que ficou acertado formalmente entre as equipes técnicas sinaliza como desfavorável para Petrobrás no momento.
O que nós precisamos é prosseguir com firmeza, com objetividade em cima dos propósitos que a Petrobrás defende e a compreensão que está sendo dada pela parte da Bolívia que isto é necessário.
Para que a gente construa esse momento importante, transforme esse momento importante naquilo que estamos chamando de uma simbiose virtuosa em que realmente os interesses dos dois sejam contemplados.
Quanto ao gás natural, o ministro disse que o reajuste de preços deve ser discutido nos termos dos contratos em vigor e que o produto boliviano é importante enquanto tiver um preço positivo.
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