LONDRES - Autoridades sauditas disseram neste sábado que mataram Abdulaziz al Muqrin, líder da Al Qaeda na Arábia Saudita, e outros três militantes da rede terrorista em Riad, horas depois que o grupo cumpriu sua ameaça e degolou o refém americano Paul Johnson.
A TV estatal saudita mostrou fotos dos supostos cadáveres e disse que os quatro militantes da Al Qaeda tinham participado da recente onda de violência contra estrangeiros no país. Segundo a TV, outros 12 militantes foram presos.
Os homens foram mortos em uma troca de tiros na noite de sexta-feira quando tentavam se livrar do corpo de Johnson, que foi degolado depois que o governo saudita se recusou a negociar com os seqüestradores. O grupo tinha dado até sexta-feira para que o governo saudita libertasse militantes presos.
O grupo de Muqrin divulgou três fotos em que o corpo do engenheiro aeronáutico Paul Johnson, 49, aparece decapitado. As imagens foram mostradas por um site islâmico, seis dias depois que refém tinha sido seqüestrado em Riad.
A TV mostrou as fotos dos quatro militantes mortos com o aparente objetivo de negar um suposto comunicado da Al Qaeda divulgado em um site islâmico. O texto negava a morte de Muqrin, o militante mais procurado na Arábia Saudita.
Um comunicado do Ministério do Interior lido na TV identificou os outros três militantes mortos como Faisal al Dakheel, Turki al Muteiri e Ibrahim al Dreihim. Dakheel era procurado por diversos assassinatos, incluindo o de um americano em Riad, segundo o ministério.
Muteiri era um dos militantes que escaparam depois de um ataque contra estrangeiros em Khobar, em maio, afirmou o ministério, acrescentando que Dreihim participou da preparação do ataque a bomba contra um condomínio residencial de estrangeiros em Riad em novembro.
Saiba Mais
Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.