SÃO LUÍS – A Força Nacional da Defensoria Pública foi enviada para São Luís, no Maranhão, para iniciar, nessa quinta-feira (23), um trabalho minucioso e avaliar os processos de execução penal, ouvindo os internos quanto às condições da custódia. O trabalho vai servir para que 30 defensores públicos de várias partes do Brasil, além des 21 defensores locais e outros três da União, possam fazer avaliações jurídicas a respeito de cada caso.
O grupo de defensores foi mobilizado pela Secretaria de Reforma do Judiciário (SRJ) do Ministério da Justiça (MJ), Defensoria Pública da União e Colégio Nacional de Defensores Públicos. O Departamento Penitenciário Nacional do MJ e o comitê criado recentemente para averiguar o sistema penitenciário no Maranhão dão suporte ao trabalho dos defensores.
Os 30 defensores públicos foram escolhidos nos Estados e Distrito Federal. Em um esforço concentrado terão por objetivo garantir o acesso à Justiça e a efetivação dos direitos individuais e coletivos dos presos.
A prioridade é verificar as condições carcerárias, assistência jurídica e tutela dos direitos aos presos que não possuam condições financeiras de constituir um advogado.
A Força Nacional da Defensoria atua em consonância com a política do Ministério da Justiça de levar e fortalecer a segurança pública com cidadania.
O grupo quer reforçar as ações já em execução como a presença da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e a transferência de presos aos presídios federais. Também atuam na operação o Ministério Público e o Judiciário locais.
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