Greve

Deputado Raimundo Cutrim fala da greve dos policiais civis

Cutrim lamentou que até o momento o governo não tenha tomado providências para regularizar a situação.

Agência Assembléia

Atualizada em 27/03/2022 às 13h54

SÃO LUÍS - O deputado Raimundo Cutrim (DEM) ocupou nesta segunda-feira, 1º, a tribuna da Assembléia Legislativa para chamar a atenção do governo do Estado sobre a greve da polícia que chega ao quinto dia.

Cutrim lamentou que até o momento o governo não tenha tomado providências para regularizar a situação. “A população não pode ficar esperando. A situação está gravíssima, por isso, eu entendo que o governo deveria chamar as partes para essa greve acabar de imediato”, disse Cutrim.

Desde o último mês de maio que a categoria — policiais civis, delegados, agentes penitenciários e peritos criminais — tenta negociar com o governo estadual. Entre as exigências os policiais exigem reajuste de 1.000% no auxílio-alimentação.

O governo ofereceu 9% de reajuste em cima de um subsídio (vencimento + gratificações) que ainda será apresentado e apreciado pela Assembléia.

Cutrim voltou a criticar o governador Jackson Lago (PDT) por ter adotado a fórmula de vencimento-base mais abono para pagar o salário mínimo nacional de R$ 380.

“O governador Jackson Lago para se eleger, prometeu o que não podia cumprir. Esse abono que ele concedeu agora é uma falta de respeito ao funcionalismo público”, disse Cutrim.

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