No primeiro, dia 28, Francisco de Jesus da Silva, o “Bozó”, 31 anos, braçal, será julgado pelo homicídio de Antonio Wilson Soares. O crime, em 29 de março de 1981, em rua no Centro de Bacabal, teria como motivo uma rixa entre vítima e acusado. Testemunhas contam que a a vítima teria invadido a casa de Francisco da Silva de arma em punho. Armado com faca, ele saiu ao encontro de Antonio Wilson. Ao se deparar com a vítima na rua, o acusado o matou com golpe certeiro.
Traição
No júri do dia 30, o réu é Francisco Silva do Nascimento, o “Paraíba do Simec”, 57 anos, motorista. Ele é acusado da morte da esposa, Regina Helena Targino Moreira do Nascimento, 51 anos, doméstica.
Em outubro de 2001, na residência do casal, no bairro Cohab II, em Bacabal, Francisco matou Regina Helena com uma faca de mesa. O motivo – fútil, segundo a denúncia – foi um desentendimento entre ambos. Em interrogatório, ele alegou estar desconfiado que a esposa o traía.
José Duarte Filho, 54 anos, funcionário público, é o réu do dia 4 de setembro. Ele acusado de matar, com disparos de arma de fogo, Ariston Bandeira Barros. O crime ocorreu em setembro de 1992, quando a vítima se deslocava por uma rua no centro em direção a uma seresta. De acordo com testemunhas, Ariston Barros tempos atrás teria atingido duas pessoas da família do acusado com facadas.
Questão de terra
Uma questão de terra provocou o crime do qual são acusados os lavradores Manoel Carneiro da Silva, “Mano”, 57 anos, e José Pinto Carneiro, o “Zezinho”, 44 anos. De acordo com a denúncia, eles teriam armado uma emboscada para matar o pecuarista Wellington Fernandes Maciel, 64 anos, o lavrador Francisco Gonzaga Silva e, ainda, Joaquim Silva de Carvalho e Julimar Viana. A cilada ocorreu numa estrada do povoado Serraria (atual Lago Verde), em novembro de 1985.
Segundo a denúncia, os acusados teriam atravessado uma árvore impedindo a passagem de veículos. Ao descer do carro, as vítimas foram alvejadas a tiros pelo acusados, que portavam armas diversas. Julimar Viana morreu na hora, enquanto os outros atingidos sobreviveram.
No último júri, dia 11, o réu Anderson Santos Cardoso, o “Tutuca”, 30 anos, funcionário público, será julgado pelo homicídio de Edílson Ferreira, 22 anos, estudante. De acordo com a acusação, em agosto de 2003, a vítima caminhava por uma avenida com amigos quando o denunciado, armado com revólver, ameaçou a Charles de Sousa, um dos amigos de Edílsom.
Charles lutou com o Anderson e lhe tomou a arma. Em seguida, ele e Edílson a entregaram a João Marques de Castro Júnior, que fornecera o revólver ao acusado. Anderson ameaçou voltar e matar a todos. Por volta das 20 horas, o denunciado surpreendeu a vítima em frente a casa onde morava, e o matou com tiro de revólver.
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