SÃO LUÍS - Há quase dois meses do assassinato do Prefeito de Buriti Bravo, João Henrique Borges Leocádio (39), a polícia ainda não conseguiu elucidar o crime. A demora tem provocado revolta na população e na família da vítima.
Em entrevista à rádio Mirante AM, a viúva Arlete Leocádio, criticou a falta de notícia sobre o assassinato do prefeito.
- Estamos sem entender o silêncio da polícia sobre o caso. A gente tenta se comunicar com a Secretaria de Segurança e não conseguimos entrar em contato com ninguém - desabafou.
Ela disse ainda que crimes mais difíceis acontecidos no Maranhão já foram solucionados e não entende porque tanto mistério no caso da morte do prefeito.
- Às vezes chegamos a imaginar o envolvimento de gente poderosa envolvida - afirmou.
A viúva do prefeito defende ainda a hipótese que o crime tenha conotação política.
- Não quero acusar ninguém sem prova. Isto é uma tarefa da polícia - declarou. Mas ela deixou bem claro que João Leocádio vinha sofrendo ameaças desde que assumiu o comando da prefeitura de Buriti Bravo, em 2 de janeiro deste ano.
- No dia do crime uma pessoa ligou para a minha casa querendo falar com Leocádio. A polícia tem conhecimento disto. Essa é uma prova concreta de que o meu marido foi assassinado - afirmou.
Arlete disse que vai esperar o prazo determinado pela polícia. Garantiu que se o problema não for solucionado por aqui a família vai até Brasília.
- Nós queremos o(s) culpado(s) pagando pelo crime injusto que cometeram. O meu marido não tinha inimigos - disse emocionada.
Crime
O assassinato do prefeito aconteceu no dia 10 março, a 5 km da casa de João Leocádio.
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