Hospital universítário da UFMA recebe prêmio em Brasília

O hospital vai receber nesta terça, prêmio do Ministério da Saúde.

Imirante.com

Atualizada em 27/03/2022 às 15h03

SÃO LUÍS - O Hospital Universitário da UFMA - Unidade Materno Infantil, receberá nesta terça-feira (22), em Brasília, o Prêmio HumanizaSUS David Capistrano do Ministério da Saúde. A premiação é concebida aos hospitais que implementam ações de humanização, com a tentativa de mudar a realidade e criar um sistema de saúde mais justo e humano, objetivando a revelação de experiências inovadoras implantadas pelo Sistema Único de Saúde-SUS. A solenidade de entrega da premiação contará com as presenças do diretor geral do HU, professor Natalino Salgado Filho e da diretora Adjunta de Serviços Assistenciais, pediatra Zeni Lamy.

O Hospital Universitário Materno Infantil, detém o título internacional de Hospital Amigo da Criança do Unicef; em 2002, recebeu do Ministério da Saúde, o Prêmio João Yunes, por desenvolver uma política de promoção e recuperação da saúde das crianças. Com este último, o David Capistrano, por ser um Centro de Referência à Assistência Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso, Método Mãe Canguru, que objetiva reduzir a taxa de mortalidade neonatal; elevar o grau de informação dos pais sobre os cuidados e de envolvimento do recém-nascido, reduzindo, assim, o número de bebês abandonados em hospitais; facilitar a integração do bebê na família, fortalecendo o vínculo mãe-bebê, garantir o aleitamento materno até 6 meses; redução do tempo de internação, possibilitando que a mãe sinta-se competente para cuidar da criança no momento da alta.

A Humanização é uma ação institucional pautada na Política Nacional do MS. O Programa de Assistência Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso – Método Canguru- é considerado inovador por ter uma equipe multidisciplinar, composta por terapeutas ocupacionais, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionista, pedagogo, enfermeiras, técnicos de enfermagem e médicos; por envolver a família no tratamento da criança prematura, estimulando a criação de laços afetivos; pela criação de espaço para a família falar da situação e que está vivendo; por dispor de acompanhamento psicossocial em situação pós-óbito e pela manutenção do trabalho psicossocial ao recém-nascido prematuro e sua família.

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