Decisão no STF

PGR apoia saída de Henrique Vorcaro da prisão para exames médicos

A Procuradoria-Geral da República apoiou o pedido de Henrique Vorcaro para realizar exames após relatar sintomas de uma crise de diverticulite aguda.

Imirante, com informações da CNN Brasil

Pai de Vorcaro está preso pela PF (Reprodução)

BRASÍLIA - A PGR autorizou Henrique Vorcaro a deixar a prisão para tratar uma crise de diverticulite aguda e realizar exames. O objetivo da liberação é permitir a realização de exames complementares e uma consulta médica especializada.

Advogados de Henrique Vorcaro solicitaram a liberação para consulta com um coloproctologista após atendimentos iniciais. A solicitação visa viabilizar a avaliação com um médico coloproctologista e a execução dos exames recomendados.

Em sua manifestação técnica enviada ao relator do caso, o ministro André Mendonça, o órgão ministerial ponderou que, embora a equipe médica interna tenha atestado a ausência de urgência clínica imediata, não há óbice para que o investigado realize os procedimentos de saúde necessários sob a supervisão de seu profissional de confiança.

A Procuradoria destacou que a execução do deslocamento e a formatação da saída temporária deverão seguir rigorosamente as diretrizes e normas de segurança estabelecidas pelo próprio presídio. A palavra final sobre a autorização, no entanto, permanece sob a responsabilidade do ministro relator no âmbito das investigações.

PGR mantém prisão de outros investigados

No mesmo documento protocolado no Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria-Geral da República também analisou o pleito de revogação da prisão preventiva de Rodrigo Pimenta Franco Avelar. Henrique Vorcaro é apontado nas apurações como operador técnico e integrante do grupo investigado por ações de intimidação a adversários.

Diferente do caso anterior, o órgão foi desfavorável à concessão de liberdade para o alvo. Os representantes do Ministério Público argumentaram que as apurações seguem em andamento e que a soltura neste momento representaria risco concreto tanto para a continuidade das diligências quanto para a ordem pública.

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