BRASIL – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como injustificável a detenção do ativista brasileiro Thiago Ávila por forças israelenses. O caso ocorreu após a interceptação de uma flotilha com destino à Faixa de Gaza, em águas internacionais.
Segundo Lula, a manutenção da prisão representa uma afronta ao direito internacional e deve ser condenada.
Governo cobra libertação imediata
O presidente afirmou que o Brasil, em conjunto com a Espanha, exige garantias de segurança e a libertação imediata dos ativistas detidos.
Além do brasileiro, o espanhol Saif Abu Keshek também permanece sob custódia.
“A detenção já havia representado uma séria afronta ao direito internacional”, afirmou Lula em publicação nas redes sociais.
Prisão ocorreu durante missão humanitária
Thiago Ávila participava de uma flotilha organizada para levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A embarcação foi interceptada por forças israelenses próximas à Grécia.
De acordo com informações do grupo organizador, mais de 100 ativistas estavam a bordo de cerca de 20 barcos.
Os navios haviam saído de Barcelona no dia 12 de abril com o objetivo de romper o bloqueio à região.
Autoridades israelenses alegam suspeitas
As autoridades de Israel justificaram a detenção com base em suspeitas de crimes, incluindo:
- assistência ao inimigo em tempo de guerra
- contato com agente estrangeiro
- associação a organização terrorista
- transferência de recursos
A prisão preventiva dos ativistas foi prorrogada até o próximo domingo (10).
Caso gera repercussão internacional
O episódio mobilizou governos e organizações ligadas à causa palestina. Segundo representantes da flotilha, dezenas de participantes já foram detidos em ações semelhantes.
Em operações anteriores, centenas de ativistas também foram interceptados durante tentativas de envio de ajuda humanitária à região.
Governo brasileiro acompanha o caso
O governo brasileiro informou que acompanha a situação e reforçou a cobrança por garantias aos cidadãos envolvidos.
Para Lula, o caso exige resposta internacional e respeito às normas do direito internacional, especialmente em operações realizadas fora do território de Israel.
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