BRASIL - O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a lista de advogados autorizados a atendê-lo durante o período de prisão domiciliar. A medida atende a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, que concedeu o benefício por 90 dias em razão do estado de saúde do ex-mandatário.
Ao todo, oito profissionais foram indicados para prestar assistência jurídica ao ex-presidente, que cumprirá a pena em casa sob monitoramento e restrições impostas pela Justiça.
Quem são os advogados de Bolsonaro na prisão domiciliar
Entre os nomes apresentados na lista de advogados de Bolsonaro na prisão domiciliar, estão aliados próximos e integrantes da defesa do ex-presidente. Um dos destaques é o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente.
Também foi incluído o ex-ministro Adolfo Sachsida.
A lista completa inclui:
- Paulo Amador da Cunha Bueno
- Daniel Bettamio Tesser
- Celso Sanchez Vilardi
- Paulo Henrique Aranda Fuller
- João Henrique Nascimento de Freitas
- Luciana Lauria Lopes
Regras para visitas e atendimentos
De acordo com as determinações do STF, os atendimentos dos advogados de Bolsonaro na prisão domiciliar deverão seguir regras semelhantes às de unidades prisionais.
As visitas poderão ocorrer:
- Diariamente, incluindo finais de semana e feriados
- Entre 8h20 e 18h
- Com duração de até 30 minutos por atendimento
- Mediante agendamento prévio
A segurança da residência ficará sob responsabilidade do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.
Equipe de apoio na residência
Além da lista de advogados, a defesa de Jair Bolsonaro também informou ao STF os nomes de 12 pessoas que atuam na rotina da casa.
Entre os profissionais estão:
- Agentes de segurança
- Motoristas
- Funcionários de apoio doméstico
A relação foi apresentada para fins de controle e fiscalização durante o cumprimento da pena.
Acompanhamento médico será informado
A equipe jurídica informou ainda que a lista de profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento contínuo do ex-presidente será apresentada posteriormente.
Também foi assumido o compromisso de envio de relatórios médicos semanais ao STF, conforme determinação judicial.
A definição da equipe médica ocorre após a recente internação de Bolsonaro, que motivou a concessão da prisão domiciliar por questões de saúde.
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