BRASÍLIA - Trabalhadores em educação de todo o País reúnem-se amanhã em Brasília para exigir que o governo adote uma política pública permanente a conversão da dívida externa com recursos para a educação.
O ato público está marcado para às 13h, na Praça dos Três Poderes. A iniciativa marca o lançamento oficial do Movimento pela Conversão da Dívida, criado e encabeçado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
O ato acontece durante a realização, na Academia de Tênis, em Brasília, do 29º Congresso Nacional da Confederação, que termina no próximo sábado, quando cerca de dois mil delegados de todos os 35 sindicatos filiados à Confederação elegerão a diretoria que conduzirá a entidade até janeiro de 2008 e definirão os rumos políticos da atuação sindical dos trabalhadores em educação.
O evento discute ainda, políticas educacionais, as reformas sindical e do funcionalismo público, bem como as conjunturas internacional e nacional.
Para a presidente da CNTE, Juçara Dutra Vieira, o País precisa urgentemente elevar a quantidade de recursos públicos destinados à educação. Segundo ela, o setor necessita de R$ 180 bilhões para assegurar uma educação pública, gratuita e de qualidade para todos.
Essa cifra representa cerca de 10% do Produto Interno Bruto estimado atualmente, percentual definido pelo Plano Nacional de Educação da sociedade brasileira como adequado para garantir um fluxo de recursos permanente e condizente com asnecessidades da educação. O Fundef, fundo que financia o ensino fundamental, tem R$ 28 bilhões.
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