SÃO LUÍS – A presença crescente da inteligência artificial (IA) nas salas de aula tem transformado radicalmente a dinâmica da aprendizagem e desafiado o modelo tradicional de ensino. Durante participação no Atualidades desta sexta-feira (18), o professor Marco Saliba, representante do Grupo Eureka, destacou que a ferramenta precisa ser incorporada com clara intencionalidade pedagógica. Para o especialista, a IA não é inteligente por si só, mas sim um recurso ágil de reorganização de dados que deve otimizar o tempo e personalizar o atendimento às necessidades individuais dos alunos.
Por fim, o debate apontou para a mudança na relação com o próprio conhecimento, já que a memorização perde espaço para o desenvolvimento do senso crítico e do letramento emocional. Em um cenário onde as respostas estão facilmente acessíveis, o papel fundamental da escola passa a ser o de ensinar os estudantes a formular boas perguntas, analisar informações e utilizar a tecnologia de forma ética para construir um aprendizado mais profundo e humano.
Veja.
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