SÃO LUÍS – O Atualidades desta segunda-feira (1) promoveu um debate essencial em alusão ao Dia Mundial Sem Tabaco (celebrado em 31 de maio). A discussão reuniu os pneumologistas Byanka Menezes, Gabriel Baião Vieira e Felipe Marques, além da gastroenterologista Tainá Leite. Os especialistas alertaram que, ao contrário do cigarro convencional, os cigarros eletrônicos (vapes) têm sido amplamente normalizados.
O grande perigo reside no fato de que esses novos dispositivos entregam uma carga de nicotina significativamente maior e de forma mais atraente, utilizando luzes de LED, designs modernos e saborizantes para mascarar os componentes tóxicos.
Na gastroenterologia, o tabagismo está diretamente ligado a úlceras de difícil cicatrização, ao agravamento da gordura no fígado e ao câncer de pâncreas. Já na pneumologia, os sintomas clássicos incluem rouquidão, tosse, falta de ar e insônia O impacto estende-se também aos fumantes passivos, uma vez que as partículas tóxicas aderem a móveis e paredes, prejudicando quem compartilha o ambiente.
“Esses dispositivos eletrônicos novos, eles entregam uma carga de nicotina muito maior do que a carteira ou cigarro de filtro. Então, muitas vezes a gente não consegue nem quantificar essa quantidade de nicotina ingerida. Então, esse é o perigo” alertou Gabriel Baião Vieira.
Veja.
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