SÃO LUÍS – O Atualidades desta quarta-feira (25), debateu o Dia Nacional do Livro Didático e o papel do letramento racial na promoção de uma educação antirracista no Brasil.
Durante a entrevista, Luanda Martins – mestra em Gestão do Ensino da Educação Básica e doutoranda em História pela Universidade Federal do Maranhão – e o jornalista, escritor e oficial de Justiça, Nonato Reis, destacaram a importância histórica do livro didático como um dos principais pilares da educação brasileira, desde a criação do Instituto Nacional do Livro, em 1929, até a consolidação do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), responsável por distribuir gratuitamente milhões de exemplares a estudantes da rede pública em todo o país.
“Então, quando a gente fala em letramento, significa formação crítica. Diferente de alfabetização, a gente tem a alfabetização e o letramento. Então, a gente acredita que, desde a primeira infância, a gente precisa fazer esse trabalho de pertencimento, de formação identitária, para que haja esse letramento a partir das vivências, a partir das formações que são permanentes na vida do ser humano. Então, quando a gente vai para os livros didáticos, e a gente sabe que a história do livro didático é uma história de normatização de cultura, uma história de embranquecimento, uma história de demarcação de lugares sociais” declarou Luanda Martins.
Veja.
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