Na Justiça.

Perseguidor de Madonna tem caso reaberto

Ronildo Macedo

Atualizada em 27/03/2022 às 10h58

Apenas três meses depois que o caso foi anulado, Robert Linhart, que foi preso pela primeira vez em setembro de 2010 depois que a polícia o encontrou cercando o apartamento de Madonna, em Nova York, teve seu caso reaberto. Na época, ele estava com um canivete e um picador de gelo em um caminhão nas redondezas da residência da popstar.

Ele escreveu em sua página no Twitter, que terá de voltar ao Tribunal de Justiça em 19 de junho. Seu perfil na rede social é @madonna_stalker.

"Bem-vindo ao meu pesadelo! Juiz Wittner inverte sua decisão de cancelar o caso. Meu julgamento será em 19 de junho de 2012. Meu advogado Kevin Kitson se demitiu", escreveu.

Robert Linhart também afirmou no Twitter que a polícia de Nova York não seguiu as leis e foi longe demais.

"Quando os quatro policiais desonestos da NYPD destruíram o meu carro, eles infringiram a lei e violaram o meu direito constitucional. Quatro covardes oficiais bateram em um homem algemado de 59 anos. Ele está preso por nada, exceto falar o que pensa. Tudo virá à tona", disse.

Em janeiro, Robert recusou um acordo judicial com uma sentença de um ano de duração, com o seu advogado Kevin Kitson alegando que ele não deveria ser preso. O Departamento de Polícia da Cidade de Nova York, neste caso, era um funcionário da segurança privada de Madonna fazendo a segurança de uma celebridade. Se você tem dinheiro suficiente e poder, as leis são diferentes", contou.

Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.