PEQUIM - As mulheres roubaram a cena na participação olímpica brasileira na China.
Foram delas dois dos três ouros que o país conquistou, incluindo o inédito feminino numa competição individual, de Maurren Maggi, e o primeiro das meninas do vôlei, lideradas pela veterana capitão Fofão
No judô, na vela e no taekwondo, mais ineditismo. A primeira medalha feminina no judô, com o bronze de Ketleyn Quadros, a primeira do Brasil no taekwondo, outro bronze com Natália Falavigna, e a primeira medalha feminina no iatismo, na classe 470, com Fernanda Oliveira e Isabel Swan.
"A evolução do feminino foi gigantesca. Foi uma Olimpíada cor-de-rosa para o Brasil", disse o chefe da missão olímpica brasileira, Marcus Vinícius Freire, neste domingo, dia do encerramento dos Jogos.
Considerando apenas as medalhas conquistadas por mulheres, o Brasil seria o 15o colocado no quadro de medalhas dos Jogos de Pequim, à frente de países como França, Espanha e Canadá, que estão à frente do Brasil no quadro de medalhas geral.
A França é a 10a, a Espanha, 14a, e o Canadá, 19o, enquanto o Brasil está em 23o somando homens e mulheres.
"São conquistas expressivas em diversas modalidades. E as nossas atletas merecem um destaque especial", afirmou o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman.
Além disso, o Brasil emplacou a primeira final feminina por equipes na ginástica artística e a primeira no revezamento 4x100m do atletismo, onde o time chegou em quarto lugar e por pouco não leva uma medalha.
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