Bastidores dos Merengues

Bale comenta liderança de Sérgio Ramos e ego de Cristiano Ronaldo

Gareth Bale relembra período no Real Madrid, aponta Sergio Ramos como maior líder do elenco e comenta perfil competitivo de Cristiano Ronaldo.

Gustavo Coelho/Imirante Esporte

Bale jogou ao lado de Cristiano Ronaldo pelo Real Madrid (Denis Doyle)

MADRID - O ex-atacante Gareth Bale relembrou os tempos em que atuou no Real Madrid e falou sobre o ambiente no vestiário durante a era vitoriosa do clube espanhol. Em participação no podcast The Overlap, o galês comentou sobre a liderança dentro do elenco e destacou o papel de Sergio Ramos.

Segundo Bale, embora Cristiano Ronaldo tivesse grande influência no grupo, o principal líder do time era o zagueiro espanhol.

“Diria que o Sergio Ramos era, de longe, o maior líder do vestiário. O Cristiano tinha o seu ego e era um líder por direito próprio pelo jogador que era. Em termos de liderança da equipe, era o Sergio Ramos, sem dúvida”, afirmou.

Competitividade de Cristiano

Cristiano Ronaldo ganhou 4 Champions League pelo Real Madrid (Divulgação/Al-Nassr)

Bale também comentou sobre o perfil extremamente competitivo de Cristiano Ronaldo, que sempre demonstrava forte cobrança dentro de campo, especialmente quando não recebia a bola ou quando um lance não terminava em gol.

“Tive direito a algum esbracejar quando falhava um lance individual ou não lhe passava a bola. Temos que entender que essa é a motivação dele, ele quer marcar. Não apenas um, mas quer marcar três, quatro, cinco ou seis gols por jogo se puder”, disse.

Foco em recordes

Durante a conversa, o galês destacou ainda que o atacante português sempre esteve motivado pela busca por recordes e marcas históricas no futebol, inclusive na rivalidade direta com Lionel Messi.

“Sabemos que ele está atrás dos recordes, quer superar o Messi e há que perceber isso. Não podemos dizer que ele não marca gols. Mesmo quando voltou ao Manchester United, as pessoas diziam que já não era o mesmo e ele continuava a marcar”, completou.

Bale concluiu afirmando que a presença de Cristiano em campo representava sempre uma vantagem para o time.

“Sempre foi muito focado e nós sabíamos que jogávamos com um a mais, porque ele ia marcar a qualquer momento.”

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