COLUNA
Pergentino Holanda
O colunista aborda em sua página diária os acontecimentos sociais do Maranhão e traz, também, notícias sobre outros estados e países, incluindo informações das áreas econômica e política.
Pergentino Holanda

PH: Romantismo e beleza

E mais: Congresso de Autismo 2026

PH

Atualizada em 06/06/2026 às 08h49
EM destaque de Capa da edição deste fim de semana do PH Revista, a silhueta de um casal de namorados, às vésperas do Dia dos Namorados, em momento pleno de romantismo e beleza, tendo o mar como cortina de fundo

----------------------------------------------------------

CLIQUE AQUI E LEIA O PH REVISTA NA ÍNTEGRA

----------------------------------------------------------

Luto é uma profunda declaração de amor

Ainda sob o impacto de uma perda recente, devo lembrar que o amor não acaba porque a pessoa se vai. Ela continua e, com ela, continuam as lembranças dos bons momentos juntos.

A gente chega em uma idade que se torna inevitável o número de perdas de pessoas próximas. Alguns são conhecidos, outros são amigos, parentes. Enfim, a morte se faz mais presente em nossa vida.

E uma coisa difícil é cumprimentar pessoas que perdem um ente querido. Muita gente fala coisas absurdas, eu mesmo já falei. Coisas do tipo “vai passar”.

Só depois que perdi meu pai – foi a primeira pessoa próxima que se foi – eu vi que não passa. Desde então, aprendi o que não dizer.

Luto é luto é amor sem um lar

Dia desses, estava assistindo a um programa de TV, e uma cantora e compositora inglesa – não guardei o nome – se apresentou e disse que tinha feito aquele álbum em homenagem ao avô, que tinha morrido no ano anterior. E completou contando que fez isso porque lembrou de uma frase que o ator Andrew Garfield havia dito uma vez, que “luto é amor sem um lar”.

Achei isso de uma beleza, porque representava exatamente o que amigos muito queridos estavam sentindo pela perda de companheiros de uma vida inteira, pela perda de irmão. E decidi pesquisar o ator – porque não me lembrava quem ele era e o que já tinha feito profissionalmente – e o momento pelo qual ele estava passando quando disse isso.

Andrew Garfield, para quem não se lembra, é um aclamado ator americano-britânico, mundialmente conhecido por interpretar Peter Parker em “O espetacular Homem-Aranha” (2012-2014) e por atuações dramáticas indicadas ao Oscar em “Até o último homem” (2016) e “Tick, tick... boom!” (2021).

Ele ganhou destaque internacional em “A rede social” (2010). No teatro, venceu o prestigiado prêmio Tony em 2018 por sua atuação na peça “Angels in America”, na Broadway.

A dor da perda da mãe

Garfield disse essa linda frase ao descrever a dor da perda de sua mãe, Lynn, que faleceu em 2019, vítima de câncer no pâncreas. O relato emocionante ocorreu durante uma conversa com o personagem Elmo, do programa infantil “Vila Sésamo”, em 2024, onde o ator refletiu sobre o processo de luto e a saudade.

É bom registrar que Elmo era o personagem preferido da mãe de Andrew.

Para o ator, o luto é todo o amor que ele queria dar à mãe, mas que não tem mais onde colocar e, por isso, se torna uma saudade presente.

Ele afirmou que a tristeza e a saudade são, de certa forma, um presente, pois relembram a importância da pessoa e a felicidade que ela proporcionou.

Sentir falta é uma forma de celebrar

Garfield disse ainda que sentir falta é uma forma de celebrar a pessoa que se foi e manter sua memória viva, e que busca honrar sua mãe através de seu trabalho e arte, transformando a dor em uma forma de cura. Essa, sem dúvida, foi uma forma linda que encontrou para lidar com a dor e a saudade da mãe.

É assim, o amor não acaba porque a pessoa se vai. Ele continua e, com ele, continuam as lembranças dos bons momentos juntos. E esses momentos fazem falta. E as pessoas têm todo o direito de sentir isso.

Não existe prazo para o luto, isso varia de pessoa para pessoa. Temos que respeitar e caminhar junto, tentando proporcionar bons momentos para que os amigos que estão atravessando este período consigam suportá-lo.

Luto aos 50+

Especialistas afirmam que as perdas na maturidade podem abrir caminho para renovação quando acolhidas, mas podem evoluir para depressão quando ignoradas.

Depois de muito viajar pelos Estados Unidos entrevistando pessoas que vivenciaram perdas recentes, o jornalista Cody Delistraty escreveu na revista Time que o luto já não se anuncia como antes. Não há mais roupas pretas obrigatórias nem períodos socialmente determinados de recolhimento. Hoje, ele é silencioso, interior e invisível aos olhos, embora profundamente sentido por quem o atravessa.

Matéria publicada na Cleveland Clinic estende o assunto ao afirmar que o luto pode surgir na saída dos filhos de casa, no fim de um casamento longo, na aposentadoria, nas mudanças da menopausa, na perda de um pet ou na perda do papel que sustentava a identidade. Trata-se da ruptura de uma estrutura emocional, de um modo de viver, de uma versão de si mesma.

Luto aos 50+ ...2

Especialistas alertam que períodos de perda aumentam a vulnerabilidade emocional. Por isso, é fundamental compreender o luto, diferenciá-lo da depressão e manter atenção aos sinais de possível adoecimento. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo e ocorre com maior frequência entre mulheres. A tristeza própria do luto costuma vir em ondas, permitindo respiros emocionais. Já a depressão tende a se instalar de forma contínua, com perda persistente de interesse, alterações no sono, queda de energia e sensação de inutilidade por duas semanas ou mais. Nesses casos, a recomendação é buscar ajuda profissional.

A mulher aos 50+

Na mulher acima dos 50 anos, o luto frequentemente assume formas menos reconhecidas socialmente. A morte dos pais marca o fim da geração que antecede. O chamado ninho vazio confronta a identidade materna. A aposentadoria questiona o papel produtivo. A separação após décadas de casamento reabre perguntas sobre pertencimento. A menopausa altera não apenas o corpo, mas a percepção de si. Quando um papel termina, muitas mulheres relatam a sensação de que o propósito também se perde. É isso o que aponta a autora de 50+: Desperte para a vida e pare de sofrer (Editora Appris), Heloísa Helena Paiva.

A mulher aos 50+...2

Em sua participação no programa Saúde em 3 Atos, Heloísa afirma que “o luto precisa servir de pausa, mas não pode paralisar”. Ao relatar sua experiência após cuidar da mãe idosa, descreve ter sentido não apenas a ausência, mas “o vazio de ter perdido também uma função”.

A reflexão aponta para um aspecto central do luto na maturidade: muitas vezes, o sofrimento está ligado à perda de identidade tanto quanto à perda da pessoa.

A literatura científica e os estudos sobre envelhecimento ativo convergem em alguns pontos fundamentais. Reconhecer a perda sem minimizá-la, cuidar do corpo, preservar vínculos sociais, investir em novos aprendizados e buscar apoio profissional ou espiritual quando necessário são estratégias que fortalecem a travessia.

Na maturidade, ele pode representar um ponto de inflexão. Ignorado, pode se transformar em sofrimento prolongado. Acolhido, pode abrir espaço para reconstrução.

A mulher aos 50+...3

Há quem proponha um caminho prático para essa transição: menos cobrança, mais consciência. E apresenta cinco dicas para quem precisar atravessar esse período com mais força e ternura:

Reconhecer o que se perdeu. “Não é drama, mas é luto por vínculo, rotina, identidade. É importante escrever ou responder em voz alta: 'O que acabou?' e 'o que ficou em mim?'”;

Cuidar do corpo para proteger a mente. “Caminhada no parque, alongamento, sol de manhã e sono. Tudo isso faz uma diferença enorme. O movimento devolve a energia”;

Reativar vínculos. “Não é preciso esperar a vontade voltar. Entrar para um clube do livro, um grupo de caminhada, artesanato, teatro, voluntariado pode fazer muito bem. A amizade é um ótimo remédio social”;

Reinvestir em competências e curiosidade. “Fazer um curso de curta duração, aulas de pintura, cerâmica, atualização profissional são boas opções. Aprender cria futuro quando o passado dói”;

Buscar amparo emocional e espiritual. “Agendar terapia com um psicólogo (convênio, particular ou baixo custo), participar de grupos de apoio, oração/comunidade também é uma forma de pedir ajuda e sinal de maturidade”.

“Não importa se você está de luto há um ano ou um dia. Respire. Perder alguém não justifica se perder de si mesma. Trata-se de uma fase. Significa que uma nova versão sua está pronta para nascer, e você pode encontrar a saída, um passo de cada vez”, conclui a autora de 50+ Desperte para a vida e pare de sofrer.

A sociedade brasiliense ainda está sob o impacto da partida de Regina Stela Studart Quintas, aos 99 anos. Cearense radicada na Capital Federal, Regina escreveu inúmeras crônicas que ajudaram a construir a memória afetiva de Brasília. Ela era mãe de nossa querida apresentadora de TV Paulinha Quintas Lobão

DE RELANCE

Elogios não me ganham

Faço coro com o jornalista Marcos Matos quando lembra que passou anos de sua vida esperando reconhecimento e validação externa.

Comigo acontece o mesmo. O meu maior combustível era ouvir elogios: sobre o meu trabalho, minha roupa, meu jeito ou qualquer desempenho que chamasse atenção. Receber do outro alguma palavra de incentivo era o que me deixava feliz. Alimentava meu ego, acalmava minhas expectativas e, por algum tempo, parecia suficiente para preencher minhas ambições.

Durante muito tempo, ser elogiado foi mais importante para mim do que ser verdadeiramente reconhecido. Hoje entendo que elogio e reconhecimento não caminham necessariamente juntos.

Elogios não me ganham...2

O respeito e a admiração reais não se constroem apenas com palavras bonitas, agradecimentos exagerados ou frases prontas cheias de entusiasmo.

Reconhecimento verdadeiro é outra coisa. É conquistar autonomia. É ser ouvido com atenção. É receber oportunidades, confiança e espaço para participar das decisões. É ter voz ativa nas relações pessoais e profissionais.

Os elogios podem até ser agradáveis, mas também constroem caminhos perigosos. São estradas frágeis, sustentadas pela necessidade constante de aprovação. No longo prazo, isso cobra um preço alto. O elogio enfeita a fachada, mas não sustenta a construção.

Elogios não me ganham...3

Nenhuma parede permanece em pé durante uma tempestade apenas porque recebeu uma nova pintura. Se a estrutura estiver comprometida, cedo ou tarde tudo desmorona.

A vida também funciona assim. Quando a gente decide fechar para balanço e reformar quem é por dentro, talvez passe um tempo sem acabamento, sem reboco e com imperfeições aparentes. Nem sempre o processo de amadurecimento é bonito de ver. Muitas vezes ele expõe rachaduras que estavam escondidas.

Mas quando a estrutura interna está firme, não existe ventania capaz de derrubar uma fortaleza.

Luciano Gomes já está paramentado para torcer pelo selecionado brasileiro na partida de hoje contra a seleção do Egito

Som ambiente ou ruído?

Estava, dia desses, num dos meus restaurantes preferidos em São Luís quando notei que algo me irritava. Percebi que tinha de repetir o que falava para as pessoas ao lado e à frente na mesa, porque a música ambiente, emanada de uma playlist, tornava opacas as vozes de todos. Pelo menos a comida compensava, pensei.

Só que precisamos falar sobre isso. Está difícil ir a um lugar descolado sem que a música ocupe todos os espaços, transformando as vozes dos frequentadores num zumbido difícil de traduzir. Desde quando o som ambiente se tornou ruído?

Quando se trata de lounge music (música de sofá, em inglês), com seu potencial para sonolência e relaxamento, ainda vá lá. Mas é difícil conversar em meio a notas metálicas de rock, à bateria do samba ou aos uivos de amores perdidos emanados pelos artistas do sertanejo.

Som ambiente ou ruído?...2

Se é ruim e surpreendente num restaurante de comida a quilo, imagine em bares com música ao vivo. Desenvolvi alergia. Dou uma desculpa e não vou cada vez que amigos meus decidem comemorar aniversário em locais com banda em alto volume – e, sim, é possível saber só pelo cartaz ou pelo nome se o repertório vai ser estridente.

Acho sem fundamento rever pessoas com quem não convivo há tempos e ficar o tempo todo gritando para tentar resgatar alguma atenção, para atualizar o básico da nossa relação, para trocar afetos e impressões.

Não combina com instrumentos de sopro, percussão ou corda.

Som ambiente ou ruído?...3

Só que vozes também podem incomodar (lá vem o ranzinza, já deve estar pensando o leitor).

Noite dessas, eu e um casal amigo fomos a um dos famosos recantos de jazz em São Luís. Um local de música em volume baixo, sem grandes amplificações, em que artistas com vozes roucas falam de vícios e decepções amorosas num tom quase sussurrante, em meio a instrumentos que não tiram o brilho do cantor (e da canção).

Só que o fluxo incessante de pessoas no ambiente externo, com suas conversas paralelas sobre trivialidades do cotidiano, tornava quase impossível escutar a música.

Fui embora cedo. Onde foi parar o bom senso? reclamei, antes de repensar minhas saídas noturnas e até as diurnas.

Meio ambiente e justiça

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza no período de 8 a 12 de junho a segunda edição da Semana da Pauta Verde. Coordenada pelo Fórum Nacional do Poder Judiciário para o Meio Ambiente (Fonamb), a ação vai incluir tribunais da Justiça Federal e Estadual de todo o País.

O objetivo é acelerar a tramitação de processos que envolvam questões ambientais, especialmente aqueles com maior impacto coletivo.

O CNJ estima que neste ano, durante a semana, serão avaliados 5,2 mil processos na Justiça Federal e mais de 26 mil nos tribunais estaduais.

Entre os temas, gestão de resíduos sólidos, saneamento básico, poluição, regularização fundiária, proteção de áreas ambientais e impactos de grandes empreendimentos.

Meio Ambiente e reconhecimento

Na sexta-feira, 5 de junho, foi comemorado, aqui e alhures, o Dia Mundial do Meio Ambiente.

No Maranhão, os promotores do evento nunca lembraram de homenagear um cidadão que, enquanto viveu, se dedicou de corpo e alma ao paisagismo de São Luís.

Nascido em Pernambuco, mas maranhense de coração, Francisco de Paula Gomes, que teve entre seus amigos e inspiradores o grande Burle Marx, era um paisagista nato e que tinha como preocupação maior dar vida e beleza aos jardins públicos desta cidade, praticando um gesto nobre em proveito da saúde da humanidade.

Como servidor público, Paula Gomes já deveria ter sido, há muito tempo, homenageado pela prefeitura de São Luís ou pelo Governo do Estado.

Não custa nada colocar o seu nome num colégio da rede escolar. Ou numa das ruas desta Capital.

Fica a sugestão.

Congresso Autismo 2026

A quarta edição do Congresso Autismo 2026 trouxe para a capital maranhense profissionais de renome nacional e internacional especializados no Transtorno do Espectro Autista.

O evento, que já se consolidou por focar em conhecimento técnico, experiências práticas e reflexões sobre os desafios e avanços ao TEA, foi sucesso de público com a presença de mais de mil pessoas, entre familiares, estudantes e profissionais que lutam pela inclusão.

Senac e o turismo em Barreirinhas

O Senac Maranhão marcou a história da educação profissional nos Lençóis Maranhenses na terça-feira, 26 de maio, com o lançamento oficial da sua moderníssima Carreta-Escola de Tecnologia da Informação e Gestão.

O evento, realizado no Centro Administrativo, também marcou a estreia da primeira turma da nova unidade móvel e a apresentação das programações dos cursos desta unidade e também da Carreta-escola de Turismo e Hotelaria.

Mais do que laboratórios itinerantes de inovação dotados de internet Starlink, impressoras 3D e cozinha pedagógica completa, os equipamentos representam um compromisso de fortalecimento e expansão do desenvolvimento local.

O Diretor Regional do Senac, José Ahirton Batista Lopes, destacou que a permanência das carretas ocorrerá enquanto houver demanda e sinalizou que a iniciativa pode ser o prenúncio de uma futura unidade fixa no município. A chegada da estrutura de ponta reforça o papel estratégico do Sistema Fecomércio no desenvolvimento regional.

Durante a solenidade, o Presidente Maurício Aragão Feijó enfatizou o pioneirismo da ação ao trazer, pela primeira vez à cidade, um equipamento altamente tecnológico e estruturado para impulsionar a economia local. As unidades móveis oferecem ambientes flexíveis e adaptados para reproduzir situações reais do mercado de trabalho, ampliando as oportunidades de capacitação em áreas que vão desde a transformação digital até a alta gastronomia, hospitalidade e atendimento ao público.

Recepcionistas de eventos

O mercado de eventos não para de crescer… E os profissionais preparados são os primeiros a serem lembrados.

Estão oficialmente abertas as inscrições para a IX Formação para Recepcionistas de Eventos da Essencial Cerimonial & Eventos! Uma imersão completa para quem deseja:
 ingressar no mercado de eventos, desenvolver uma nova fonte de renda, atuar com mais segurança e profissionalismo, aprender na prática como funciona o universo dos grandes eventos se destacar em um mercado cada vez mais exigente e promissor.

Serão 12 horas de experiência, aprendizado e vivências reais, conduzidas por quem vive eventos há mais de 21 anos e entende, na prática, o que o mercado procura em um profissional de excelência.

Muito além da teoria, o aluno vai aprender sobre: postura profissional, recepção e acolhimento de convidados,  tipos de eventos e suas particularidades,  bastidores do cerimonial, comportamento, comunicação e proatividade, vivências práticas e dinâmicas reais do evento.

E claro: tudo isso com a identidade Essencial – leveza, excelência e experiência de verdade. 

Para o Diretor Regional do Senac, José Ahirton Batista Lopes, a permanência das carretas-escola de Tecnologia da Informação e Gestão ocorrerá enquanto houver demanda e sinalizou que a iniciativa pode ser o prenúncio de uma futura unidade fixa no município de Barreirinhas. Na foto, Ahirton é visto com o presidente do Sistema Fecomércio-MA, Maurício Feijó

Culinária e sotaques do Maranhão

A Semana de Gastronomia e Cultura Regional entra em uma nova fase institucional na capital federal. O evento, que antes funcionava como uma ação educacional exclusiva das unidades do Senac, ganha um novo modelo de governança integrada liderado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), Federações de Comércio, Sesc e Senac.

Neste formato, a união das entidades fortalece a diplomacia institucional junto a parlamentares e formadores de opinião. Enquanto o Senac assume a execução dos cardápios típicos e das atividades gastronômicas de ponta, o Sesc assina a coordenação da programação artística e da cenografia dos ambientes

O calendário de junho traz como protagonista o estado do Maranhão, com o convite assinado pelo Presidente da CNC, José Roberto Tadros, e pelo Presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac no Maranhão, Maurício Aragão Feijó.

Culinária e sotaques do Maranhão...2

De 9 a 11 de junho, os restaurantes-escola do Congresso Nacional e a unidade Downtown serão completamente transformados com as cores do São João mais diversificado do Nordeste.

O principal elemento cultural desta edição será o Bumba Meu Boi do Maranhão, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O público da capital federal poderá conhecer os cinco sotaques da manifestação, sendo: matraca, zabumba, orquestra, baixada e costa-de-mão, representados na ambientação por Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento - Regional Senac Maranhão

Na mesa, a identidade do Maranhão se consolida com ingredientes marcantes como a vinagreira, o camarão seco, a farinha d´água de puba e o toque doce do abacaxi de Turiaçu e do bacuri. O cardápio oferece clássicos imperdíveis como o autêntico arroz com cuxá, casquinha de caranguejo, caldeirada de camarão e a tradicional carne de sol com arroz de Maria Izabel.

Para escrever na pedra:

“Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós”. De Amado Nervo.

TRIVIAL VARIADO

Novo imortal: O escritor Liberato Vieira da Cunha é o novo imortal da Academia Rio-Grandense de Letras. Na próxima quarta-feira, ele assume a Cadeira nº2, antes ocupada pelo historiador Moacyr Flores. 

No assunto: Natural de Cachoeira do Sul, Liberato é um dos mais premiados jornalistas e escritores gaúchos. Além de tudo, é uma grande figura humana.

Pouco cartaz: Apesar de ter sido tetra em 1994 nos EUA, Brasil está com prestígio em baixa em um dos países-sede do Mundial. Enquanto a principal revista esportiva americana “esquece” o time canarinho em edição para crianças, peças promocionais do amistoso deste sábado incluem jogadores que não foram convocados por Ancelotti

Litorânea: Tem lugares em uma cidade que não são só lugares – eles são a própria cidade. Você olha para eles e reconhece, entende, sente a cidade ali. 

Tem mais: A nossa Orla se tornou isso: é o grande símbolo contemporâneo de São Luís, é o cenário que nos devolveu personalidade e entusiasmo, é a vitrine que exibimos para quem nos visita.


As opiniões, crenças e posicionamentos expostos em artigos e/ou textos de opinião não representam a posição do Imirante.com. A responsabilidade pelas publicações destes restringe-se aos respectivos autores.

Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.