Em 2025, o mercado fonográfico brasileiro cresceu 14,1%, faturando R$ 3,958 bilhões, e subiu para a 8ª posição no ranking mundial da IFPI, marcando o 16º ano consecutivo de crescimento.
O streaming, responsável por 83% das receitas, com R$ 3,4 bilhões, é o principal motor do setor, enquanto as vendas físicas, embora representem menos de 1% do total, cresceram 25,6%, impulsionadas pelo vinil.
O mercado também se beneficia de investimentos contínuos das gravadoras em artistas novos e consagrados, além do aumento na arrecadação de direitos conexos.
Manipulação de reproduções por robôs
Entre os desafios estão o uso não autorizado de músicas por sistemas de inteligência artificial e fraudes no streaming, com manipulação de reproduções por robôs, mas o crescimento reflete um setor fortalecido, digitalizado e favorável ao desenvolvimento de artistas.
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