Leitura

Vira-lata caramelo se torna super-herói brasileiro em livro infantil

Obra publicada por Thiago Yashiki narra aventuras de cão que ganha poderes extraordinários.

Evandro Júnior / Na Mira

Capa do livro de Thiago Yashiki (Foto: Divulgação)

O vira-lata caramelo já se tornou símbolo do Brasil. Além de perambular pelas ruas das cidades e receber cuidados por onde passa, ele é garoto-propaganda das campanhas de adoção, protagonizou uma petição para se tornar o rosto da nota de 200 reais e até já recebeu um reconhecimento oficial ao se tornar expressão cultural imaterial de São Paulo. Agora ele vira também super-herói devido ao lançamento da obra infantil de Thiago Yashiki, que narra as aventuras de um cachorro com poderes extraordinários no Rio de Janeiro.

Em ‘O Supercão Caramelo’, Fred é um animal curioso que, durante um passeio com o seu tutor, pulou a cerca de uma área perigosa e farejou um estranho pó azul. Naquela mesma noite, percebeu que algo estava diferente, porque conseguia correr mais rápido e até voar. Assim colocou uma máscara e uma capa para esconder sua verdadeira identidade e decidiu que protegeria a população da sua cidade.

Diariamente ele patrulha o Rio de Janeiro enquanto salva os moradores de enchentes, deslizamentos e todo o tipo de problema. Porém, Gatuno, um misterioso homem com orelhas de gato, atravessa o caminho do super-herói, que vai precisar de um grande plano para deter os crimes do vilão.

Uma aventura divertida

‘O Supercão Caramelo’ é uma aventura divertida, afetuosa e reflexiva para entreter as crianças e os adultos. Com ilustrações de Guilherme Rocha, o livro apresenta uma história repleta de brasilidades que aparecem na fala dos personagens, na rotina dos trabalhadores e nos icônicos cenários cariocas, a exemplo do Cristo Redentor.

Ao abordar temas como solidariedade, empatia, responsabilidade coletiva e pertencimento, Thiago Yashiki mostra como pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças no cotidiano. “Com essa obra, quero destacar que os heróis podem surgir de onde menos se espera. Nem sempre eles usam armaduras brilhantes ou têm vidas organizadas. Às vezes são vira-latas, esquecidos ou subestimados, mas com um enorme senso de cuidado pelo outro”, explica o autor.

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