BRASIL - A atriz Erika Januza, 40, está na contagem regressiva para a estreia da novela A Nobreza do Amor, prevista para o dia 16 de março. Na produção, escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., a atriz dá vida à rainha Niara, mãe da princesa Alika, personagem de Duda Santos.
Durante participação no programa É de Casa, da TV Globo, neste sábado (7), Januza falou sobre a emoção de protagonizar uma história ambientada em um reino africano e destacou a importância da representatividade na televisão brasileira.
“É um trabalho diferente de tudo o que fiz, de tudo o que a gente viu na TV. A gente está fazendo história. É um texto que a gente tem prazer em falar”, afirmou.
História promete nova representação na TV
Segundo a atriz, o público pode esperar uma narrativa inédita na televisão nacional, que coloca personagens negros em posições de poder e protagonismo.
“As pessoas vão realmente se surpreender com essa história. Estamos mostrando algo que a TV nunca mostrou no Brasil”, disse.
Januza também ressaltou a importância de ampliar as formas de representação da população negra nas produções audiovisuais.
“Antes a gente via o povo preto muito no lugar de escravizado, de bandido ou escondido. É importante pensar no futuro que estamos construindo para as crianças de hoje e no legado que vamos deixar.”
Considerada uma fábula romântica, a trama acompanha reis e rainhas africanas em meio a disputas de poder, batalhas e lutas por justiça. A narrativa também explora o romance entre a princesa Alika e um trabalhador de um engenho no Nordeste brasileiro.
Figurinos e conexão com a ancestralidade
A atriz também comentou sobre a experiência de vestir os figurinos inspirados em tradições africanas durante as gravações.
Segundo ela, o momento trouxe uma sensação inesperada de pertencimento.
“Não é só se vestir. É olhar ao redor e ver as pessoas com pinturas no corpo e no rosto. É tudo muito diferente do que já trabalhei”, contou.
Januza comparou a experiência à energia que sente no carnaval, mas disse que o figurino da personagem trouxe uma conexão ainda mais profunda.
“Senti que, em algum lugar, já tinha me vestido daquela forma. Talvez em outras vidas”, afirmou.
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