Investigação

Presos suspeitos de participar da morte de vigilantes

O crime aconteceu no dia 24 de maio, na cidade de Vargem Grande.

Imirante.com

Atualizada em 27/03/2022 às 11h42
(Arte: Maurício Araya/Imirante.com)

VARGEM GRANDE – Três pessoas foram presas, nesta sexta-feira (29), por tráfico de drogas na cidade de Vargem Grande. Segundo informações do delegado Jackson Farias, os homens detidos são suspeitos, também, de participaram do assassinato de dois vigilantes no último domingo (24).

Relembre o caso: Dois vigilantes são encontrados mortos em Vargem Grande

Foram presos: Antônio José Oliveira da Silva, conhecido como “Tonho”; Francisco Gomes Ribeiro, suspeito de ser mentor do duplo homicídio; e Antônio Assumpção Cunha, conhecido como “Marcelo”.

“Na segunda-feira a gente começou diligências para saber a autoria da morte dos vigilantes e recebemos informações de que o crime foi motivado por vingança. Há uns 15 dias, a polícia fez uma batida em uma boca de fumo que fica na parte de trás da obra em que as vítimas trabalhavam, e os criminosos acharam que foram os vigilantes quem os denunciaram para a polícia. Por represália, eles invadiram a obra e assassinaram os trabalhadores”, explicou o delegado, em entrevista à rádio Mirante AM.

Após receber as informações, a Polícia Civil pediu a prisão temporária dos suspeitos, mas ainda aguarda decisão da Justiça. No entanto, como os homens são apontados como donos de uma boca de fumo, a polícia fez uma varredura no local onde encontrou uma arma de fogo, drogas e dinheiro.

Os homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo. Além de responder por esses crimes, os suspeitos serão investigados sobre o assassinato dos vigilantes.

“Estamos no início das investigações. E, daqui pra frente, a gente vai tentar identificar a conduta dos três indivíduos nesse crime bárbaro, além de identificar outros participantes. A gente acredita que umas cinco ou seis pessoas participaram do duplo homicídio, sendo todos ligados ao tráfico de drogas”, relatou o delegado Jackson Farias.

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