Línguas

Inglês sem Fronteiras se expande e abrange novas línguas

O Idioma Sem Fronteiras vem para internacionalizar as universidades.
Divulgação/UFMA28/11/2014 às 09h12

SÃO LUÍS - Desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC), por intermédio da Secretaria de Educação Superior (SESu), em conjunto com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Programa Idiomas sem Fronteiras (IsF) tem como principal objetivo incentivar o aprendizado de línguas, além de propiciar uma mudança abrangente e estruturante no ensino de idiomas estrangeiros nas universidades do País.

O Programa Idioma sem Fronteiras é uma expansão do Inglês sem Fronteiras, com a inclusão de outras línguas. Atualmente, o Idioma sem Fronteiras mantém ações para o ensino e aprendizagem das línguas inglesa e francesa, sendo o francês apenas on-line.

O Idioma Sem Fronteiras vem para internacionalizar as universidades. A ideia é expandir e melhorar as habilidades linguísticas dos alunos das instituições federais e estaduais e, com isso, abrir portas para experiências fora do Brasil, como intercâmbios e pós-graduação no exterior.

A professora do curso de Letras e responsável pelo programa, Naiara Sales, afirma que a intenção do programa é permanecer nas universidades para que, daqui a quatro anos, se tenha um perfil diferente das habilidades linguísticas dos alunos. “É importante que através do aluno, o MEC tenha a noção geral da necessidade de se investir línguas na universidade”, conta Naiara.

O programa oferta novas turmas de inglês periodicamente: em janeiro, 30 novas turmas serão oferecidas. No entanto, a procura é pequena e o quadro de vagas ociosas é preocupante. O Idioma Sem Fronteiras possui 400 alunos participantes dos cursos presenciais, enquanto que a média deveria ser de novecentos.

TOEFL

O teste de proficiência TOEFL possui a finalidade de ser um teste diagnóstico, responsável pela avaliação do investimento no ensino de línguas nas universidades. Na Universidade Federal do Maranhão foram aplicados 930 testes desde fevereiro de 2014, quando foi aberto para a comunidade.

O Núcleo de Línguas (NucLi) da UFMA é o quarto maior do Brasil, no entanto, a adesão dos alunos aos testes é baixa comparada às outras universidades. Menos de mil alunos realizaram o teste de proficiência enquanto a média deveria ser de seis mil alunos. “A UFMA possui vinte e dois mil alunos e pelo menos seis mil deveriam estar fazendo o teste. O programa vai continuar aplicando o TOEFL até que essa meta seja atingida”, diz Naiara.

A falta de participação dos universitários dificulta o diagnóstico e a necessidade de investimento que a instituição apresenta, segundo Naiara. Na visão dela, é preciso melhorar a conscientização do aluno para os serviços que são oferecidos na universidade.

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