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Delírios da arte na pandemia

Exposição "Delírios da quarentena", do pesquisador e artista João de Deus está em cartaz até o dia 31 de agosto Espaços de Artes Márcia Sandes e Centro Cultural do Ministério Público
23/07/2021
Delírios da arte na  pandemiaDivulgação

São Luís - As impressões do primeiro ano da pandemia serviram de inspiração para o pesquisador e artista plástico maranhense João de Deus retomasse seu trabalho com artes. O resultado desse processo está em cartaz na exposição “Delírios da Quarentena”, nos Espaços de Artes Ilzé Cordeiro (Centro Cultural do Ministério Público) e Márcia Sandes (Procuradoria Geral de Justiça), telas em exposição compõem um grande conjunto, todas criadas em 2020. A exposição encerra um período de quase 20 anos sem pintar, quando João esteve inteiramente dedicado à carreira acadêmica.

Durante o primeiro ano da pandemia, confinado em casa, vivendo o isolamento atípico que foi imposto por causa do Coronavírus, o artista plástico mergulhou integralmente na produção artística, como uma forma de resistência e uma forma de encarar a solidão.

Ao todo, são 45 telas na Márcia Sandes e 22 no CCMP. Todas criadas em 2020. Os quadros de desenho e pintura, em geral coloridos, em estilo figurativo/abstrato, foram feitos nas técnicas acrílica sobre tela, cerogravura, nanquim sobre papel, mista, giz de cera sobre papel, pastel oleoso sobre papel canson e aquarela.

A exposição poderá ser visitada virtualmente, na página do CCMP, e presencialmente, com agendamento por e-mail (centrocultural@mpma.mp.br) ou pelo telefone 32191997, obedecendo aos protocolos de segurança contra a Covid-19.

Trajetória
O artista João de Deus Vieira Barros nasceu no município de São José de Ribamar no dia 8 de março de 1957, dia de São João de Deus, derivando daí seu nome. Estreou nas artes visuais em 1995.

Ele é professor titular aposentado da Universidade Federal do Maranhão. Atualmente é o gestor do Centro de Cultura de São José de Ribamar, que fica na Região Metropolitana de São Luís.

Em suas pesquisas artísticas também realiza produções musicais, como tributos musicais a Cazuza e Maria Bethânia.

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