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Conta de luz mais cara impulsiona busca por energia solar

Normas técnicas da ABNT ajudam a garantir segurança, qualidade e desempenho dos sistemas fotovoltaicos
18/07/2021 às 07h45

São Paulo - Com a conta de luz mais cara, o uso de fontes de energia alternativa como a solar vem ajudando consumidores a economizar. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o número de consumidores residenciais que geram parte de sua energia quase dobrou em 2020 e segue em crescimento acelerado nesse ano. No primeiro semestre, a média mensal de novos clientes desse segmento é 36,4% superior à verificada no ano anterior.
De acordo com Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, o crescimento acelerado da geração distribuída (GD), em particular a fotovoltaica (painéis solares), que responde por mais de 95% da potência instalada no país, deve-se a fatores como a expressiva redução dos preços dos principais componentes como módulos e inversores, bem como dos custos de instalação, o que reflete diretamente na redução do valor da energia gerada por esses sistemas.
Além disso, isenções fiscais a níveis federal, estadual e municipal também colaboram para essa redução de custos. "Diante dos constantes aumentos das tarifas de energia, a geração distribuída fotovoltaica torna-se uma alternativa bastante atrativa financeiramente, apresentando retorno do investimento em poucos anos, dependendo do tipo de sistema e do local de instalação, o payback time pode ser inferior a três anos e elevada taxa interna de retorno", afirma Marcelo Pinho Almeida do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP.
Os benefícios para quem se torna dono de um sistema próprio de energia não é apenas financeiro, mas também coletivo: diversificação da matriz elétrica, redução da emissão de gases de efeito estufa, geração de empregos, movimentação da economia, redução de perdas técnicas na transmissão e distribuição de eletricidade, entre outros.

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