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Mudanças na economia podem impactar na saúde mental das pessoas

Estudos comprovam que além dos fatores internos, os externos atuam diretamente no ser humano
18/03/2021 às 17h30
Mudanças na economia podem impactar na saúde mental das pessoas. (Divulgação)

São Paulo - Esse momento de incerteza vivido por todos nesses últimos meses trouxeram muitos desafios, não só para profissionais de saúde e familiares de pacientes com Covid-19, mas de um modo geral, todas as pessoas foram acometidas por algum tipo de transtorno mental por conta das mudanças na rotina, principalmente aqueles trabalhadores cujos meios de subsistência foram ameaçados.

Estudos comprovam que além dos fatores internos, os externos atuam diretamente em nós e que muitos transtornos mentais são provenientes em grande parte pelo caráter de contexto social, econômico e físico em que as pessoas vivem.

Indispensável para a qualidade de vida dos seres humanos, é através do bom funcionamento das funções mentais que se desenvolvem as atividades individuais e sociais.

"É fato notório que rotina de toda a humanidade foi alterada e vem se adaptando as necessidades a cada avanço da pandemia. Tudo isso somado as dificuldades de lidar com uma situação complexa e totalmente atípica que envolve medidas restritivas, gerando impactos significativos na econômica, diz o filósofo e terapeuta motivacional Gad Adler.

Segundo ele, esse acúmulo de informações, resultam em efeitos negativos em nossa mente, desenvolvendo transtornos como o medo, ansiedade e síndrome do pânico.

O que acontece para os menos afetados economicamente?
Para aqueles que mantiveram os seus empregos, a perda de produtividade no trabalho é um dos principais determinantes de problemas de saúde mental, por isso, é de suma importância abrir um debate sobre o tema, principalmente no momento psicologicamente desgastante como o atual.

A pandemia pode, de fato, impedir o progresso em direção ao crescimento econômico, bem como o progresso em direção à inclusão social e bem-estar mental.

Antes mesmo da gestação de uma criança, esse processo deve ser contínuo, priorizando a primeira infância, para se garantir bons desempenhos no curso da idade de produtividade e tranquilidade na terceira idade.

A falta de bem estar mental, pode estimular a baixa autoestima bloqueando as ações de um indivíduo. Justamente, a ação que é responsável pela fonte de sucesso de todas as nossas atividades. Quem não tem autoestima suficiente, não se sente motivado para desempenhar suas funções.

"É papel da sociedade investir em medidas preventivas, centro de acompanhamentos, abrir debates públicos como forma de buscar soluções em prol da redução desses problemas e melhorar as condições mentais dos indivíduos, finaliza o filósofo.

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