Cidades | Realidade ainda difícil

Sete em cada 10 doações de órgãos têm recusa da família no Maranhão

Apesar da elevação, na última década, na quantidade de possíveis doadores de órgãos, razões pessoais ligadas a questões religiosas, desinformação e mitos impedem a realização dos transplantes, por falta de autorização dos parentes
Thiago Bastos / O Estado 05/09/2020

São Luís - Uma das razões para a retração no índice de transplantes com êxito no território nacional diz respeito à chamada ‘negativa familiar’ ou ausência de autorização dos parentes para o procedimento. Devido a mudanças na legislação – por meio da Lei nº 10.211 que modificou o conjunto de regras anterior de 1997 - ainda que o paciente, em vida, concorde com o procedimento, os familiares considerados mais próximos são consultados. A decisão, por força de lei, é determinada pelos parentes de primeiro e segundo grau, cônjuge ou união estável comprovada.

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