PH | COLUNA SOCIAL

Pergentino Holanda

11/08/2020

Napô, o irmão
De modo inesperado. Foi assim que eu recebi a notícia das mais impactantes e lamentáveis: o falecimento do jornalista e escritor
Napoleão Sabóia, um dos meus melhores amigos, de quem podia dizer que era um irmão.
Amizade que durou mais de 40 anos. Ele conquistou fama no jornalismo lutando sozinho, aprendendo os segredos da profissão com muita coragem e bravura desde que deixou o Maranhão.
Era incansável e entregava-se com empenho total na defesa de seus ideais.
Fomos sempre amigos, pondo em prática a confiança mútua e a irrestrita solidariedade. Napoleão não deixava de apontar o
que achava um erro ou o que era justo.
Em função do seu temperamento, muitas vezes alterava a voz com ênfase para defender seus pontos de vista. Mas, logo depois era a figura gentil de sempre. Não jogava fora causas e amizades. O que pretendia era cumprir as pautas que o jornalismo lhe exigia.
Sinto um nó no coração ao deparar com a dura realidade do injusto falecimento dessa grande criatura, tão plena de pura alegria.
“Um dia vem o fim comum a todos os mortais”, anunciava Sófocles. Mas devia ser proibido que esse dia chegasse tão depressa e tão sem aviso.
Em tempo: deixo para o próximo fim de semana, no caderno PH Revista, a minha grande homenagem ao eterno amigo Napô.

Para continuar aproveitando o conteúdo de O Estado faça seu login ou assine.

Já sou assinante

entrar

Ainda não sou assinante

Assine agora

Leia mais notícias em OEstadoMA.com e siga nossas páginas no Facebook, no Twitter e no Instagram. Envie informações à Redação do Jornal de O Estado por WhatsApp pelo telefone (98) 99209 2564.

© - Todos os direitos reservados.
Tamanho da
Fonte