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A Ciência no diagnóstico e no combate ao novo coronavírus

Antonio José Silva Oliveira05/06/2020

SÃO LUÍS- Nos dois últimos artigos, temos nos dedicado a explicar como a radiação eletromagnética interage com a matéria e sua função no combate ao novo coronavírus. Algumas teorias sobre radiação eletromagnética foram apresentadas no mundo científico tentando explicar o seu comportamento, entre elas, a do físico inglês Isaac Newton, que, em sua proposta, a considerava como um feixe de partículas microscópicas propagadas por fontes luminosas (modelo corpuscular). Naquela época, entendia-se que a decomposição da parte visível do espectro eletromagnético, luz visível, era explicada como se o meio de propagação da luz funcionasse como uma peneira de diferentes granulações. James Clerk Maxwell apresentou uma teoria detalhada da luz como um efeito eletromagnético (modelo ondulatório), explicando uma gama de fenômenos, contudo esse modelo tornou-se parcial em algumas circunstâncias, como no efeito fotoelétrico, por não conseguir explicar a emissão instantânea de elétrons de uma placa de metal em razão da interação de ondas eletromagnéticas com ela. Albert Einstein explicou o efeito fotoelétrico teorizando que as ondas eletromagnéticas (modelo ondulatório) que interagem com a placa de metal só causariam a ejeção instantânea dos elétrons se elas se comportassem como partículas (modelo corpuscular).

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