Opinião | Artigo

Mutilações subjetivas: holocausto escolar

Acedriana Vicente Vogel *19/05/2020

Indignar-se! Envergonhar-se! Esperançar-se! Já dizia o poeta Walter Franco, “viver é afinar o instrumento (que somos nós!), de dentro pra fora, de fora pra dentro”. Essa afinação é suscetível de traumas, pequenos ou grandes, inerentes ao processo de interação humana e que confere as cicatrizes da alma, o caráter singular e subjetivo de cada pessoa. Trata-se de uma história invisível, poucas vezes perceptível, mas que integra a identidade e ajusta o olhar personalizado sobre as coisas do mundo, no mundo. A qualificação da subjetividade humana advém das relações sócio-culturais que estabelecemos com as pessoas e é remodelada, por meio dessas relações, constantemente.

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