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Navio com guindastes chega para auxiliar retirada de óleo do Stellar Banner

O navio está encalhado desde o dia 24 de fevereiro deste ano, depois de ter saído do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, onde foi abastecido com minério de ferro
Nelson Melo20/03/2020 às 18h05
Navio com guindastes chega para auxiliar retirada de óleo do Stellar BannerNavio sul-coreano está encalhado na Baía de São Marcos (Paulo Soares)

Ainda não foi encerrada a operação para retirada de óleo do MV Stellar Banner, de propriedade da empresa sul-coreana Polaris Shipping, que está encalhado a 100 quilômetros da Ilha de São Luís, na Baía de São Marcos, na costa do Maranhão. Para auxiliar no procedimento, chegou o navio MPOV Normand Installer, que está atuando na ação de salvatagem. De acordo com informações da Marinha do Brasil (MB), essa embarcação é multipropósita e possui guindastes de grande capacidade.

De acordo com a MB, já foram retirados do navio sul-coreano mais de 1170 metros cúbicos de combustível. O óleo está sendo conduzido para a embarcação OSV HOS Brass Ring. “A operação de transferência prossegue normalmente. A situação permanece estável. O monitoramento tem sido realizado por meio de aeronaves e embarcações nas proximidades do NM Stellar Banner e não há vestígios de óleo na área”, informou a Marinha do Brasil em nota.

O incidente

De acordo com informações da Vale, os 20 tripulantes do navio MV Stellar Banner foram evacuados, por medida de precaução, na noite do dia 24 de fevereiro, data do incidente. O comandante da tripulação adotou a manobra de encalhe a cerca de 100 quilômetros da costa de São Luís, segundo relatado pela mineradora. A embarcação foi construída em 2016 e está sendo operada pela empresa sul-coreana Polaris. O suporte técnico-operacional está sendo realizado por meio de rebocadores e navios da Petrobras.

Segundo a Capitania dos Portos do Maranhão, a embarcação transportava minério de ferro. O problema na avaria ocorreu nas proximidades da boia n° 1, no cantal da Baía de São Marcos, a uma distância de 32 milhas do Farol de Santana. O incidente foi registrado por volta das 21h30 daquele dia. Equipes de mergulho da Marinha do Brasil fizeram os trabalhos de inspeção, para que fossem identificados os danos no casco e compartimentos alagados.

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