Estado Maior | COLUNA

O silêncio não vai ajudar

08/11/2019

O Maranhão tem mais da metade de sua população vivendo abaixo da linha da pobreza como mostrou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 53% dos maranhenses vivendo na miséria. Este é o maior percentual de população nessa situação do Brasil.
Em relação a esse cenário negativo, o estado recebeu indiferença do governador Flávio Dino (PCdoB). Não houve qualquer manifestação do comunista sobre o assunto.
Certamente, há dificuldade para justificar a posição do Maranhão no ranking brasileiro. E não há como dizer que a culpa é da crise nacional, já que esta existe para todos os estados da federação. O Rio Grande Sul, por exemplo, que sofre com uma crise fiscal, tem o menor percentual de miseráveis no estado. Então, crise econômica e o Governo Federal não podem ser os responsáveis pela probreza no Maranhão.
Culpar seus antecessores no governo também não cola mais tanto, porque o tempo do comunista no governo já alcançou cinco anos e, como os movimentos políticos nacionais, já não o permite culpar adversários pela penúria no estado.
Mas não será o silêncio do governador que fará os dados sobre a extrema pobreza do Maranhão sumirem. Investimentos eficazes que garantam o desenvolvimento do estado e que possibilitem a geração de emprego e renda, e serviços básicos como Saúde, Educação e Saneamento Básico, poderiam ser as ações imediatas do governo estadual para mudar o triste cenário.

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