Estado Maior | COLUNA

Pressões

13/09/2019

A s eleições de 2020 para vereador serão diferentes das anteriores. As coligações deixarão de existir e passarão a ser eleitos os candidatos mais votados dos partidos. Diante disso, as conversas internas nas legendas para formação da lista de candidatos às Câmaras Municipais têm ganhado destaque e já causam pressão nos comandos das siglas.
O exemplo mais evidente no momento é do PSL. Antes um partido pequeno, a legenda ganhou notoriedade com a filiação e, consequente, eleição do presidente da República, Jair Bolsonaro. A sigla no Maranhão passou a ter um campo magnético que atrai lideranças políticas que tentaram surfar na onda bolsonarista em 2018 e tentarão fazer o mesmo em 2020.
Como donos da “ideia de direita”, movimentos desse campo político vêm pressionando a direção estadual do PSL no Maranhão, alegando que o partido tem privilegiado políticos que já foram da esquerda. Exemplo? Tadeu Palácio, ex-prefeito de São Luís, e também o deputado federal Hildo Rocha, que é do MDB e recebeu convite do presidente da sigla, vereador Chico Carvalho, para se filiar no PSL.
E toda a pressão é feita por receio de não haver espaço para que todas as “lideranças” de direita consigam disputar as eleições do próximo ano.
Sobre o assunto, Chico Carvalho tem dito que vem cumprindo somente a decisão nacional de aumentar o número de filiados e formar um grupo que tenha competitividade para ganhar o pleito, principalmente, nas capitais.
“Estamos organizando um partido para que, unido, possa entrar na disputa eleitoral de 2020 com força e assim apresentar resultados expressivos como o já visto em outros estados”, disse Carvalho.
Resta saber se as tais pressões do movimento de direita no Maranhão terão o mesmo resultado (que foi negativo) de pressões dadas por filiados que queriam ficar com o comando do PSL no estado.

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