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Justiça em Itapecuru-Mirim condena homem por crime de feminicídio

Acusado foi identificado como José Domingos Lopes; ele foi condenado a 21 anos de reclusão em regime fechado
oestadoma.com, com informações do MP-MA05/07/2019 às 11h07
Justiça em Itapecuru-Mirim condena homem por crime de feminicídioSentença foi proferida em sessão do Tribunal do Juri Popular da Comarca de Itapecuru-Mirim. (Divulgação)

ITAPECURU-MIRIM - Um homem foi condenado pelo Tribunal do Juri Popular da Comarca de Itapecuru-Mirim, na última quarta-feira (3), pelo crime de feminicídio praticado contra Claudiane Pereira, em 31 de janeiro de 2018, no povoado Pindoval, zona rural do município de Miranda do Norte. O acusado foi identificado como José Domingos Lopes. Ele foi condenado a 21 anos de reclusão em regime fechado.

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De acordo com a sentença judicial, a pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado na Unidade Prisional de Itapecuru-Mirim, onde o condenado já se encontra preso.

Com ampla repercussão na região, o crime teria sido motivado por ciúmes do autor e executado com pauladas que atingiram a região cervical e a face da vítima, que não resistiu e foi a óbito.

No julgamento, o Ministério Público foi representado pelo promotor de justiça Igor Adriano Trinta Marques, que sustentou as teses das qualificadoras de motivo fútil e condição do sexo feminino para a prática do delito, acatadas pelos jurados.

O júri foi presidido pela juíza Edeuly Maia Silva, titular da 3ª Vara da Comarca de Itapecuru-Mirim. A defesa foi representada pelo defensor público Vítor de Sousa Lima.

Júri do dia 02/07

Na sessão do Tribunal do Júri realizada na terça-feira, 2, o acusado Antônio Carlos Castro Borges foi condenado a seis anos de reclusão em regime inicialmente semiaberto. Ele foi acusado pelo crime de homicídio cometido contra Antônio Monteiro Nepomucena, no dia 20 de setembro de 2014, na Rua Nestor Albuquerque, no bairro Trizidela, em Itapecuru-Mirim.

Conforme os autos do processo, o crime foi consumado após uma discussão entre o autor e a vítima no Bar do Marcelino, envolvendo um cigarro. Na ocasião, a vítima desferiu três tapas no acusado, que, em seguida foi até a sua residência e de lá disparou arma de fogo em direção a Antônio Monteiro, que veio a óbito.

Nos debates orais, o Ministério Público, também representado por Igor Adriano Marques, defendeu a tese de ocorrência de homicídio simples, o que foi acatado pelos jurados.

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