Polícia | Feminicídio

"Não existe provas de que Eliezer atirou em sua ex-namorada"

Declaração é do advogado Petrônio Alves, ao esclarecer a absolvição de seu cliente em julgamento realizado no dia 12 do no crime de tentativa de feminicídio
Ismael Araújo29/06/2019

SÃO LUÍS - “Quem tenta cometer um crime somente não realiza de forma concreta caso haja a intervenção de um terceiro ou tenha uma fato impeditivo”, garante o advogado Petrônio Alves, especialista em Direito Criminal, durante entrevista concedida ontem a O Estado. Ele é responsável pela defesa de Eliezer da Cunha Reis, de 37 anos, que foi julgado no último dia 12, no Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau, e acabou absolvido pelos jurados do crime de tentativa de feminicídio, mas foi condenado a três anos por cárcere privado. Ele teve ainda sua prisão revogada pelo Poder Judiciário.

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