Política | Polêmica

Bancada maranhense tem três temas polêmicos para votar antes de recesso

Deputados federais vão apreciar flexibilização do porte de armas; reforma da Previdência e Acordo de Salvaguardas para o CLA
23/06/2019 às 07h00
Bancada maranhense tem três temas polêmicos para votar antes de recessoReforma da Previdência é discutida na Câmara Federal (Divulgação)

Os deputados federais que integram a bancada maranhense no Congresso Nacional têm três temas polêmicos e complexos para votar antes do recesso parlamentar na Câmara Federal.

O primeiro deles diz respeito à flexibilização do porte de armas no país, que foi derrubado pelo Senado Federal na semana passada por "invasão de competência".

Os senadores derrubaram decreto presidencial que dava a 20 categorias - a exemplo de advogados e jornalistas -, a prerrogativa de obter o porte de armas.

Caberá aos deputados manter a decisão do Senado ou validar a proposta do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O tema provoca repercussão internacional.

CLA

Outro tema polêmico e que deverá ser votado na Câmara ainda no primeiro semestre, diz respeito ao relatório sobre a proposta do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) para a exploração comercial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) pelos Estados Unidos da América.

A matéria tem como relator o deputado maranhense Hildo Rocha (MDB), que já encaminhou o texto para as comissões técnicas da Casa.

A expectativa é de tramitação acelerada para que o Plenário possa votar o projeto. Os parlamentares maranhenses são favoráveis ao acordo.

Além da flexibilização das armas e do acordo Brasil-EUA para exploração do Centro de Lançamento de Alcântara, os deputados maranhenses também devem votar a Reforma da Previdência, a mais polêmica matéria em discussão no país.

De forma unânime, a bancada defendeu mudanças no texto que foi encaminhado pelo Palácio do Planalto, sobretudo no que diz respeito as alterações propostas na Previdência para os beneficiários do BPC, trabalhadores rurais e professores.

O texto começou a ser discutido na Comissão Especial na semana passada. A expectativa é de que a votação comece logo em seguida, na primeira semana de julho.

A oposição a Bolsonaro, contudo, pretende obstruir o processo.

Os parlamentares maranhenses vão precisar se posicionar individualmente sobre o tema.

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