Homicídio

Assassinatos voltam a assustar o bairro do Coroadinho

Quatro homicídios já ocorreram este mês no bairro, dois deles em um intervalo de 12 horas; o último foi nesta sexta-feira e a vítima um adolescente de 17 anos

Ismael Araújo

- Atualizada em 11/10/2022 às 12h24
Policiais militares cercam o corpo do adolescente assassinado no Coroadinho
Policiais militares cercam o corpo do adolescente assassinado no Coroadinho (Homicídio)

SÃO LUÍS - Quatro assassinatos por arma de fogo já ocorreram este mês na área do Coroadinho. Dois casos foram registrados em um intervalo de 12 horas, segundo a polícia, praticados por integrantes de facção criminosa. O último crime ocorreu no início da tarde desta sexta-feira, 7, e a vítima foi o adolescente Paulo Victor Silva Oliveira, de 17 anos.

O homicídio ocorreu em via pública. O adolescente levou vários tiros, inclusive na cabeça e morreu no local. Os tiros teriam sido disparados por três pessoas que estava em um veículo, de marca e placas não identificadas.

Policiais do Batalhão de Choque e da Superintendência de Homicídio e Proteção a Pessoas (SHPP) foram acionados e estiveram no local do crime. O corpo da vítima foi removido para o Instituto Médico Legal (IML), no Bacanga para a perícia e em seguida liberado para os familiares.

Ainda de acordo com as informações da polícia, o assassinato deve ter ligação com a morte do idoso João Batista Escórcio, de 71 anos, ocorrido na noite de quinta-feira, 6, na praça das Tulipas, no Coroadinho. Há informações de que os faccionados chegaram ao local atirando.

Uma das balas atingiu as costas do idoso, que estava jogando dominó em companhia de vizinhos. João Bastita foi levado para o Hospital Socorrão I, no centro, onde morreu. A polícia também registrou a morte de Mateus Bastos Castelo Branco, de 21 anos, no último dia 3; e o assassinato de Reginaldo José Mendes Nunes, de 45 anos, no dia 4. A Polícia Civil investigar esses casos.

Outra ocorrência

A polícia confirmou, por meio de exame pericial feito pelos peritos do Instituto de Criminalística, que o crânio encontrado no mês de abril na área do Centro de Lançamento de Alcântara (CTA) é de Alexandrina Garcia Costa, a Lilica, que está desaparecida dede o dia 20 de novembro do ano passado. Os familiares da vítima acreditam que Alexandrina Costa foi morta pelo próprio marido, Cleyton Nunes, que chegou a ser preso, mas foi solto, segundo a polícia, pela falta de provas.

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