Editorial

Videomonitoramento sucateado

21/03/2019

O funcionamento precário do sistema de videomonitoramento operado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) vem sendo alvo de sucessivas criticas e denúncias. Adquiridas em 2012, no último mandato da ex-governadora Roseana Sarney, ao custo de R$ 14 milhões, as 220 câmeras já não funcionam em sua totalidade, o que compromete a finalidade a qual se destinam, que é prevenir e combater a violência. Diante do descaso do governo Flávio Dino (PCdoB) para com um instrumento que poderia ser eficaz para coibir a criminalidade, já se cogita até a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), sugerida pelo deputado estadual Adriano Sarney (PV), para investigar por que o videomonitoramento está à beira do sucateamento.

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