Estado Maior | COLUNA

Esporte em ruína

07/03/2019

Um dos símbolos que representa exatamente o que se tornou o esporte maranhense nos últimos quatro anos não aguentou o descaso. O telhado do Ginásio Castelinho caiu. Caiu, assim como vêm desmoronando várias modalidades esportivas que vão desde o esporte amador até o profissional.
Os investimentos na área são parcos, e a pasta estadual serve tão somente como moeda de troca para os acordos políticos costurados pelo governador Flávio Dino (PCdoB). Assim que assumiu, para dar espaço para o PT, o comunista nomeou Márcio Jardim, que não tinha nenhuma afinidade com a área.
Jardim fez uma gestão apagada e somente aparecia em dia de jogos do Sampaio Corrêa e enquanto estava em caravanas de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nem os jogos estudantis conseguiram ter o mesmo brilho de anos anteriores. Foram derrotados na gestão petista.
Poucos anos depois, Flávio Dino tirou o petista e colocou Heverton Rodrigues Pereira, que só chegou ao cargo por ser aliado do deputado federal André Fufuca (PP). À frente da pasta até fevereiro deste ano, não se tem conhecimento de ações consistentes de Heverton Rodrigues na Sedel. Só mais um indicado político que trabalhou quase que exclusivamente pelo seu padrinho.

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