Estado Maior | COLUNA

O povo paga

05/03/2019

Tem sido assim desde o início do governo Flávio Dino (PCdoB): com a máquina pública cada vez mais inchada, e menos eficiente, tem sobrado para o cidadão comum o esforço pela garantia do suporte financeiro ao Estado.
E o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em várias áreas, que passa a vigorar hoje, é apenas mais um exemplo disso.
Depois de receber o Maranhão com situação econômica e financeira estável - o que foi destaque em veículos especializados até o primeiro ano da sua gestão -, o comunista tirou o pé do freio dos gastos e acelerou nas despesas.
Resultado: mandou à Assembleia Legislativa, em quatro anos, três projetos de lei aumentando o mesmo ICMS. Todos aprovados sem problemas pela base aliada.
Com isso, fez aumentar no Maranhão a gasolina, o álcool e o diesel, a energia elétrica, os serviços de telefonia, TV e internet, refrigerantes, bebidas alcoólicas…
Produtos e serviços de consumo diário, uma fonte automática de recursos, via tributos.
Na prática, o governo jogou dentro do bolso do maranhense uma conta criada por ele próprio. E essa conta está mais cara a partir de hoje.

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