Polícia | Condenação

Autores de chacina em Ponta Verde são condenados pela Justiça

Dois dos acusados levaram cada um mais de 260 anos de prisão e um terceiro envolvido, 28 anos a serem cumpridos em regime fechado; um deles foi absolvido
Ismael Araújo01/03/2019
Autores de chacina em Ponta Verde são condenados pela Justiça

SÃO LUÍS - Os acusados de terem realizado uma chacina na praia de Ponta Verde, em Panaquatira, na cidade de São José de Ribamar, no dia 23 de maio de 2015, foram condenados a mais de 200 anos de prisão. Nessa ação criminosa, segundo a polícia, morreram o soldado da Polícia Militar, Max Miller Rodrigues Carvalho, de 27 anos; o promotor de eventos Alexsandro Vieira de Carvalho, o Cachorrão, de 36 anos, e Ananda Brasil Meireles, de 20 anos, e mais quatro pessoas ficaram feridas.

O julgamento ocorreu na quarta-feira, 27, no fórum de São José de Ribamar, e foi presidido pela juíza titular da 1ª Vara Criminal, Teresa Cristina de Carvalho Pereira Mendes. A denúncia foi formulada pelo promotor de Justiça Márcio José Bezerra Cruz.

Cleonilson de Sousa Almeida, o Bode, foi condenado a 264 anos, três meses e 24 dias de prisão, Elenilton Coelho dos Santos (Sansinho) foi condenado a 263 anos, dois meses e nove dias de prisão e Joseane Aires da Costa foi condenada a 28 anos, um mês e 15 dias de prisão. Eles responderam pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte), homicídio, roubo e associação criminosa com participação de adolescente. Apenas Joseane recebeu o benefício de recorrer da sentença em liberdade. O acusado José Luís da Silva Araújo foi absolvido por insuficiência de provas.

No dia da chacina, o criminoso Valbenilson dos Santos Lobato, o Pezão, foi morto em uma troca de tiros com o policial militar Max Muller, que estava em um momento de lazer na casa invadida pelos bandidos. Também morreu nesse dia, Jozinaldo Aires da Costa, o Nal de Panaquatira, durante confronto com policiais. O crime contou ainda com a participação de um adolescente.

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