Polícia | Crueldade

Preso suspeito de matar e esquartejar homossexual em P. Médici

Cabeça e as pernas da vítima foram encontrados ontem enterrados em matagal e o resto do corpo foi achado dentro de um açude; suspeito confessou o crime
Ismael Araújo31/01/2019
Preso suspeito de matar e esquartejar homossexual em P. MédiciWalber Bezerra da Silva confessou ter matado Ildivan Silva Farias (Divulgação)

PRESIDENTE MÉDICI - A polícia conseguiu, ontem, encontrar, em uma área de matagal na zona rural da cidade de Presidente Médici, a cabeça e as pernas de Ildivan Silva Farias, o Nenzin, assassinado e esquartejado no fim de semana naquela cidade. Restante do corpo havia sido encontrado em um saco de Nylon, dentro de um açude. O principal acusado desse ato bárbaro foi Walber Bezerra da Silva, o Seu Jorge, que já está preso.

O delegado Élson Ramos, da cidade de Santa Luzia do Paruá, que investiga o caso, afirmou que o suspeito foi preso ainda na noite de terça-feira, por meio de ordem judicial, em Presidente Médici. Em seu depoimento, Seu Jorge declarou que praticou o crime por não aceitar ter relação sexual com a vítima.

Ele ainda indicou para a polícia o local onde estava enterrado a cabeça e as pernas da vítima. O autor do crime foi autuado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. “Ele confessou o assassinato e vai ser levado para a unidade prisional de Zé Doca”, disse o delegado.

A vítima foi vista com Seu Jorge em um bar na noite do último dia 25, em Presidente Médici, e desde esse dia, ela desapareceu. A polícia e os moradores fizeram uma varredura pela localidade na segunda-feira, 28, mas não encontraram a vítima. Na manhã de terça-feira, 29, a polícia conseguiu rastrear o sinal do celular de Nenzin e acabou encontrando o aparelho enterrado em uma área de matagal, nas proximidades do município de Centro do Guilherme.

Mais tarde, o corpo foi achado em um saco de nylon dentro de um açude, na zona rural de Presidente Médici, sem a cabeça e as pernas. O corpo, a cabeça e os membros de Nenzin foram levados para os Instituto Médico Legal (IML) da capital, para a autópsia.

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