Estado Maior | COLUNA

Palpiteiro

19/01/2019

Assentado no gabinete e com uma pequena tela de OLED de 6,5” nas mãos por ininterruptas 24 horas com navegação pelo chamado mundo virtual, o governador Flávio Dino (PCdoB) resolveu ensinar o Governo Federal a combater a violência no país.
Para Dino, é um erro focar apenas em leis para a melhoria da Segurança Pública. “A questão central é gestão”.
Correto, e até louvável esse tipo de pensamento, para alguém que comanda uma máquina gigantesca como o Governo do Maranhão.
Mas como gestor, sobretudo na Segurança Pública do estado, Dino se sai como um bom palpiteiro.
A “gestão” comunista na segurança do Maranhão não conseguiu impedir o controle de facções criminosas sobre os presídios, o aumento de 18% da violência contra o idoso em São Luís, o desenfreado número de homicídios em todas as regiões do estado, a violência no campo, as explosões de agências bancárias, e a chacina de jovens da zona rural de São Luís que permanece sem explicações por parte da cúpula de segurança.
Não há nada errado em sugerir propostas para o Governo Federal, seja em qual for a área de atuação. É necessário, contudo, que se cumpra, pelo menos, o dever de casa.
Os desafios são enormes. Aliás, não serão resolvidos por meio de um smartphone.

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