Estado Maior | COLUNA

Caos na saúde

16/01/2019

A edição de ontem de O Estado trouxe um levantamento nacional preocupante e que coloca o Maranhão como o 24º estado no ranking nacional da saúde pública.
O estado governado pelo comunista Flávio Dino é hoje o último em expectativa de vida do país e o 22º em mortalidade infantil. O relatório ainda aponta que cerca de 70% dos óbitos registrados no estado na fase infantil são evitáveis.
Pelo levantamento, falta uma adequada atenção à gestante, ao recém-nascido e à mulher na hora do parto.
Os dados desconstroem todo um discurso elevado pelo governador Flávio Dino de que houve avanço na área da saúde durante o seu governo, e atestam as denúncias da oposição de sucateamento das UPAs e hospitais regionais, desvalorização dos profissionais e falta de investimento no setor.
E vão além disso: mostram os efeitos danosos provocados por uma organização criminosa que segundo a Polícia Federal atuava dentro da Secretaria de Estado da Saúde na gestão comunista.
A classificação do Maranhão no ranking nacional do DGE mostra que as coisas não vão tão bem, como prega Flávio Dino no governo virtual acampado no Twitter e no Facebook.
A situação é alarmante.

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